Théo estava em modo guerra. Não contra Elle. Mas contra si mesmo. Contra tudo o que ele havia feito — ou deixado de fazer. Desde o dia em que a encontrou na casa de Dona Maria, alguma coisa dentro dele mudou. Ver Elle ali, tão vulnerável, tão machucada, e mesmo assim tão forte, tão viva… foi como encarar as próprias falhas com uma lente c***l. Ele não podia simplesmente aceitar a ausência dela. Não dessa vez. Não depois de tudo. E então, começou a tentar. Mandou outra mensagem naquela mesma noite: “Eu não espero que você me perdoe agora. Mas eu preciso que você saiba que não foi só um jogo. Você foi a primeira verdade que eu senti depois de muito tempo.” Sem resposta. No dia seguinte, ele escreveu uma carta. Três páginas à mão. Entregou para Dona Maria, que leu antes. — Posso

