— Pronta? — Max sussurrou contra sua orelha, fazendo-a assentir levemente com a cabeça e enterrar as unhas contra os seus ombros largos, sentindo os seus s***s roçarem no peitoral musculoso dele, enquanto o de Beau estava pressionado contra suas costas.
— A-ah... — Adeline soltou um pequeno gemido quando ele empurrou os quadris para a frente, envolvendo sua cintura com os dois braços. Ele era enorme, mas ela estava tão molhada e excitada que quando aquele negócio violou sua entrada sensível, uma onda de prazer calorosa e intensa percorreu seu corpo, enquanto ela também sentia o p*u de Beau deslizar entre suas nádegas e tocar a base das suas costas.
— Ela é tão apertadinha, irmão... — Max Ronronou, encarando os olhos de Beau, que soltou um rosnado e deu um tapa forte na b***a de Adeline, agarrando-a de maneira possessiva. A garota soltou um gritinho, sentindo aquele negócio grande alargando o seu interior à medida que continuava entrando, fazendo suas pernas tremerem levemente de tanto prazer. Aquele negócio pulsava sem parar, além de que as veias o deixavam uma textura simplesmente alucinante. Ela estava tão molhada que sentia seu lubrificante natural escorrer ao redor do mastro de Max, enquanto ele continuava enfiando aquele negócio na sua b****a até que estivesse totalmente dentro, com sua pélvis pressionada contra a dela. A sensação de ter aqueles pelinhos ásperos acariciando seu c******s e as suas dobras era simplesmente alucinante, assim como ser preenchida por aquele lobisomem lindo e safado. As mãos de Beau agarraram os seus s***s e ele continuou beijando sua nuca, esfregando seu p*u contra a b***a de Adeline e o fazendo deslizar entre suas nádegas macias e arredondadas.
— A-ah! M-max... — Adeline gemeu quando ele começou a fodê-la em movimentos cuidadosos e aliciantes, deslizando dentro e para fora com estocadas que a deixavam completamente abismada, sentindo-o ir tão fundo que deixava suas pernas bambas. Ele abaixou a cabeça e começou a beijá-la de forma profunda e carinhosa, sem parar de estocar contra sua entrada apertada por um segundo sequer.
— Você é tão macia, princesa. Tão apertadinha e quente... — Ele gemeu contra seus lábios, enquanto Adeline puxava o seu cabelo e sentia Adeline acariciar seus s***s, massageando os m*****s com suas palmas e dedos calejados. — V-você está praticamente me sugando, amor... E está tão molhada para a gente...
— B-beau... M-max... — Ela implorou, sentindo as estocadas dele ficarem ainda mais intensas e deliciosas, enquanto aqueles malditos pelinhos a provocavam sem parar. Adeline lembrou subitamente de que não estavam usando camisinha e que aquele negócio delicioso estava praticamente babando sem parar dentro dela, mas sequer se importou com isso. O prazer era tanto que ela só conseguia pensar no quão gostosos aqueles dois safados eram.
Adelina arranhou suas costas musculosas com força, sentindo-o apertar sua b***a em resposta e meter com mais força, arrancando gemidos e gritinhos da garota, que sentiu uma onda intensa de prazer descer pela sua coluna e se transformando em um orgasmo intenso, fazendo a sua b****a se contrair com força contra aquele mastro grosso, que continuou fodendo-a com intensidade. Max soltou um palavrão e deu uma última estocada profunda, sentindo o orgasmo de Adeline assim com ela o sentia pulsar sem parar dentro dela.
A garota soltou um grunhido de tristeza quando ele retirou seu p*u de dentro da sua b****a encharcada, antes de agarra-la pela cintura e levanta-la como se não pesasse absolutamente nada, girando o seu corpo pequeno no ângulo de 180° graus e a colocando de volta no seu colo, só que dessa vez, com as costas pressionadas contra seu peitoral. As pernas de Adeline estavam completamente bambas, e ela soltou um gemido baixinho quando Max passou os braços por debaixo dos seus joelhos e levantou suas pernas, abrindo-as e a o máximo possível para o irmão, que estava de joelhos à centímetros de distância, encarando Adeline.
O olhar selvagem de Beau fez um formigamento se instalar em cada centímetro do corpo da ruiva, encarando aquele macho enorme e assustador na sua frente. Seus dedos terminavam em garras, assim como os seus dentes estavam levemente pontiagudos e animalescos. Ela adorava a cor escura da pele dele e não do conseguia parar de encarar seu corpo viril repleto de cicatrizes, enquanto ele segurava o seu mastro com uma das mãos, que estava completamente lambuzado de pré-g**o, deixando aquela cabeça marrom completamente úmida, além de que aqueles pêlos ásperos da base e as suas bolas enormes e gostosas o deixava mais lindo ainda.
Beau se inclinou para a frente e começou a beijar Adeline com força, fazendo-a agarrar seu cabelo, se entregando totalmente à ele. Ela soltou um gritinho quando ele encaixou aquele mastro marrom e enorme na sua entrada, deslizando para dentro sem dó nem piedade até que estivesse completamente dentro, com a base do seu p*u pressionado contra os lábios da b****a dela. Adeline puxou o cabelo dele, completamente extasiada com a sensação, enquanto ele agarrava o seu rosto com as duas mãos e começava a fodê-la como bem entendia, de uma forma bruta e profunda que fazia Adeline gemer sem parar, sentindo-o usá-la como bem entendia. Beau apertou levemente o seu rosto, fazendo-a abrir a boca, ainda gemendo de forma manhosa à cada estocada. Ele enfiou a língua na sua boca e começou a fodê-la sem pudor algum, enterrando-se na sua b****a sem dó alguma, soltando rosnados animalescos.
Max colocou as pernas de Adeline sobre os olhos de Beau, antes de agarrar sua b***a e aperta-la com força, abrindo as nádegas da garota para o irmão e brincando com o cuzinho de Adeline com a ponta dos dedos. Sempre que Beau se exaltava e tirava demais o p*u, fazendo-o desligar para fora da b****a da garota, Max o agarrava e conduzia de volta para dentro dela, ajudando o irmão a recobrar o ritmo.
O prazer era tão intenso que Adeline não conseguia controlar a série de orgasmos que assolavam o seu corpo, um atrás do outro, fazendo sua b****a contrair ao redor de Beau e arrancar rosnados dele, que continuava fodendo-a de uma forma bruta e simplesmente e deliciosa. Ela sequer estava conseguindo sentir suas pernas, principalmente depois que Max começou a f***r seu cuzinho com os dedos, alargando-a e usando aquele ponto jamais usado antes. A sensação era estranha e gostava ao mesmo tempo, e ela soltou um gritinho quando ele mordeu seu pescoço, encaixando seu mastro grosso no cuzinho sensível dela e empurrando para dentro, enviando uma onda de dor e prazer pela sua b***a, que somada a sensação de ter Beau destroçando sua b****a sem dó, a fez atingir o orgasmo com forma novamente.
Longos segundos se passaram enquanto estava completamente imersa naqueles dois lobisomens e em tudo que lhe proporcionavam, até que os dois intensificaram os movimentos — Se é que isso fosse possível —, soltando rosnados animalescos e possessivos, então Adeline sentiu seu interior ser preenchido com o g**o quente dos dois. Beau gozou com força dentro da sua b****a e continuou de enterrando nela por algum tempo, usando sua p***a quente como lubrificante, enquanto Max fazia o mesmo no seu cuzinho completamente alargado, enchendo-o com seu g**o quente e permanecendo dentro, pulsando sem parar. Sem forças para nada, ela desabou contra Beau, sentindo-o envolver sua cintura e tirar seu mastro de dentro dela, assim como Max fez, deixando-a com uma sensação de perda e vazio.
— Você é nossa, entendeu? Somos seus machos a partir de agora, e você é nossa mulher. — Beau rosnou, apertando-a contra seu peitoral suado e preto.
— S-sim. — Adeline gemeu, sentindo a semente dos dois lobisomens escorrerem pelas suas coxas, enquanto seu cuzinho e sua v****a latejavam sem parar, ainda com picos de prazer.