Victoria — Victoria! — Natasha cambaleia na minha direção com seus saltos de quinze centímetros, um sorriso enorme se abrindo em seu rosto no instante em que cruza o olhar comigo do outro lado da rua. — Você veio! — Claro que sim! — Eu rio, olhando para os dois lados da rua antes de correr para encontrá-la no meio do caminho. — Você achou que eu ia te dar um bolo? Ela me agarra pelos ombros nus quando nos chocamos no meio da rua. — Da última vez que você tentou organizar uma saída comigo, na semana passada, você ficou super quieta por uns quatro dias. Então, quando ligou hoje, eu tinha quase certeza de que ia me dar um bolo. — Eu jamais faria isso! — Caímos em gargalhadas e abraços, e Natasha se demora para admirar o vestido prateado de babados em que me espremi. Por um golpe de sorte

