- A porta! - O grito de Bárbara ecoou pelo corredor. Daniel, que estava na biblioteca, saiu em disparada em direção a onde ela estava. Quando entrou em um arranque pela porta do quarto, viu sua esposa sentada na cama, com os olhos arregalados, respiração acelerada e gotas de suor lhe escorrendo pela face. O horror de sua expressão denotava que havia tido um pesadelo. Aproximando-se devagar, ele tomou a mão de Bárbara com suavidade para não assustá-la ainda mais. - Calma querida, está tudo bem. - Sussurrou. Recobrando a consciência de onde, como e por que estava, Bárbara o encarou com olhar severo. - A porta... - Ela repetiu. - Como é? - Perguntou McCain sem entender o que a esposa queria dizer e pensando que ela ainda se encontrava no transe do pesadelo. - A porta... é lá que está

