Quarenta e oito horas haviam se passado e Bárbara ainda não sabia o que fazer. A cada minuto que o relógio avançava, seu desespero aumentava. No fundo sabia o que teria que fazer, mas não queria, não podia aceitar. O celular tocou anunciando uma mensagem. Era ele. "Apenas para lembrá-la que só tem mais vinte e quatro horas, meu bem. " – Dizia a mensagem. Bárbara arremessou o celular na parede com fúria, como se isso pudesse atingi-lo. Quando conseguiu acalmar sua respiração, decidiu que era besteira adiar o inevitável. Se era assim que tinha de ser, que fosse. Tomou um banho demorado, deixando a água quente correr por suas costas, tentando recuperar a energia perdida. Em seguida vestiu-se e foi ao encontro de seu algoz. Chegando à McCain Corp foi direto à sala de McCain. Adentrou

