— Sua raiva acabou. Continuei, mantendo a minha voz controlada. — Não tolerarei outro ataque como este. Nesta casa, na minha casa, há regras, as minhas regras. E a primeira é que eu sou quem manda. Faz-se o que eu digo, pensei que tivesse ficado claro para você ontem à noite. Os seus olhos brilharam com um lampejo de desafio. Senti que a máscara de indiferença estava rachando. A raiva voltou a crescer dentro de mim, mas misturada com algo mais, algo que me assustava muito mais do que a fúria: desejo. Porque, apesar de tudo, apesar do ódio e do plano, apesar da vingança e do dever, eu não podia ne*gar que essa mulher me afetava de maneiras que eu não havia previsto. — Sou Magnus Corleone. Disse finalmente, recuperando a minha compostura. — O homem mais temido e respeitado neste círculo.

