Magnus Eu estava sentado no meu escritório, brincando com a adaga afiada na mão direita, o olhar fixo em um ponto, mas a minha mente continuava se lembrando dela. Desde que a vi no cemitério, não consigo parar de observá-la. Havia algo nela que me intrigava. A sua imagem se repetia em meus pensamentos, como uma melodia assombrosa que eu não conseguia silenciar. Suspirei e deixei a adaga cair sobre a mesa. Levantei-me da cadeira para ir até o balcão e me servir uma taça de conhaque. O desconforto cresceu em meu peito. Eu precisava fazer alguma coisa, pôr fim àquela tortura mental. Eu a observava há vários dias. Era hora de agir. Nesse exato momento, a porta se abriu, revelando o meu irmão. — O que houve, Lucian? Perguntei sem me virar, tomando um gole de conhaque. — Tenho uma notícia

