O som dos passos de Marcos ecoou no galpão, reverberando em sua mente como o bater insistente de um tambor de guerra. Seu coração batia descompassado, o som sincronizado com a angústia que o consumia, enquanto seus olhos se fixavam desesperadamente em Bruna. Ela estava ali, imóvel, com a cabeça jogada em um ângulo estranho, um grotesco g**o inchado em sua testa e um rastro escuro de sangue escorrendo de sua boca. A visão de sua amada em tal estado o atingiu como um soco no estômago, fazendo-o sentir como se o chão tivesse desabado sob seus pés. A respiração de Marcos se tornou pesada, seu peito subindo e descendo em um ritmo frenético. As lágrimas brotaram em seus olhos, ofuscando sua visão, mas ele não conseguia desviar o olhar de Bruna. Ele temia o pior. Ele acreditava que ela estava mo

