Eu sei que não deveria fazer isso, mas levei o Marck para dar uma volta ao lago. Deixamos os cavalos próximos para que bebessem água. Estava um dia ameno. Bom para nadar. Só que não estávamos preparados. O que mais gostava nele era o senso prático e sem o falso pudorismo. Com ele não tinha mau tempo. Apesar da sua educação, do cuidado comigo, e com as mulheres em geral, não fazia do Marck um bobo. Ele tinha uma veia sedutora pulsando. Acho que sempre senti isso nele todas as vezes que me abraçava dando um leve aperto abaixo da minha cintura. Ele sempre estava com um sorriso doce e um olhar de quem desejava algo mais. Eu só achava que não seria comigo. *** —Lya, já tivemos aqui no seu niver de dezenove anos. Foi muito divertido. Mas agora, está com um ar diferente. Talvez pelo silêncio

