— Eu ainda estou zangado com você. — Heitor fez questão de informar assim que interrompeu o beijo. Ainda manteve os braços em torno dos corpos de suas duas garotas. Tinha aquela estranha sensação que se deixasse de tocá-las, elas fossem desvanecer no ar. — Ótimo! Normalmente trepamos melhor quando um de nós estamos zangados e dois meses é muuuuuuuuuuuuuuuuuito tempo. Guarde sua raiva até chegarmos em casa. — No olhar de Isabella, a promessa que rasgaria a roupa dele na primeira oportunidade. Naquele instante, Heitor recordou-se que estavam no setor de desembarque do aeroporto da cidade. A vista de todos, com toda a polícia e um inimigo antiga assistindo o feliz reencontro. — Precisamos ir. Estamos em um local público. — Ele olhou em volta. Haviam chamado atenção. Isabella franziu o

