Cecília Gonçalves. Passo as mãos pela testa limpando o suor, enquanto andava pela areia de praia indo até a barraca de água de coco, do lado tinha outras barracas e outras coisas. — Oi amigo, tudo bem? — falo para o homem da barraca que me olha sorrindo e eu olho o preço do caldo de cana na placa. — Bem demais moça, e aí o que você vai querer hoje? — Quero um copo de 700 ml de caldo de cana por favor. — pego o dinheiro na carteira que estava dentro da bolsa. — Acrescenta limão ou laranja? — Pode ser limão. Ele deu as costas indo até a outra bancada para preparar o meu pedido e eu olhei para o mar vendo as ondas bem agitadas. Fiquei olhando por algum tempo até ele vir com o meu copo e um canudo. — Obrigada. Dou o dinheiro para ele certinho, e ele me agradece. Olho para o

