Cecília Gonçalves A palavra "ir devagar" não estava no meu vocabulário. E como eu poderia querer ir devagar quando eu estou em cima do Heitor, com a boca dele chupando, lambendo e fazendo tudo o que ele queria com a minha língua. Eu não conseguia nem pensar direito, não conseguia pensar em nada além dele, na boca dele, nas mãos dele no meu cabelo e na minha cintura me apertando contra ele. Dou uma risadinha quando ele estremece quando eu arranho suas costas e ele me olha com aquele olhar, que só ele tinha. Amoroso e intenso. Ele me dá um selinho e eu suspiro apertando minhas unhas no final das suas costas escutando ele gemer baixinho e eu sorri fechando os olhos apreciando aquele som, sinto ele beijar a minha bochecha, maxilar e descer para o meu pescoço como ele sempre fazia. Eu n

