Evan fechou a porta do escritório da Natália, o rosto endurecido de frustração e dor. A rejeição dela ressoou na sua mente como um eco sem fim. A suas palavras foram claras: ela já tinha uma vida e ele não tinha lugar nela. Evan sentiu o seu coração se partir e cada passo que dava para longe daquela porta aumentava a sua dor e o seu ciúme. Eu mereço por ser um idi*ota. Ele disse em voz alta passando na frente da secretária da Natália. Ele rapidamente se dirigiu para seu próprio escritório, a sua mente cheia de pensamentos conflitantes. Ele queria entender, queria saber exatamente o que aconteceu nesses seis anos que Natália passou longe dele, e por que ela tinha tanto medo de se abrir com ele. Quando ele chegou, bateu a porta e afundou na cadeira com um suspiro pesado. Ele apoiou os cot

