Natália havia chegado nervosa à construtora naquela sexta-feira. Memórias de Evan, o homem que ela nunca poderia esquecer e que continuava a amar apesar de tudo, inundaram a sua mente. O seu coração batia forte enquanto ele tentava se concentrar nos documentos espalhados na sua mesa. — Bom dia Senhora, precisa de ajuda com os documentos? Perguntou a sua secretária, olhando para o caos na mesa dela. — Bom dia, Laura, arrume esses papéis por favor, está tudo uma bagunça. Disse ela, levantando-se da cadeira, respirando pesadamente. Eu me aproximei da grande janela, afastando-me dos papéis, enquanto a minha secretária organizava os papéis com eficiência e os colocava numa pasta para deixar na lateral da mesa. — Está tudo organizado, Senhora. Laura mencionou e eu assenti, virando-me ligeira

