Phoenix sentou-se abruptamente na cama, seu peito subindo e descendo em respirações curtas e irregulares. O quarto ao redor estava iluminado por pequenos lampiões pendurados em ganchos de bronze, balançando suavemente com o movimento da galé real enquanto ela deslizava pelo rio. As sombras dançavam nas paredes, projetadas pelos pequenos focos de luz que tremeluziam. Ela olhou ao redor, confusa, o coração ainda acelerado pelo eco de um pesadelo que desaparecia tão rapidamente quanto havia surgido. O ambiente era acolhedor, com a cama larga coberta por um dossel de veludo escuro que ondulava levemente com a brisa noturna que entrava pelas janelas. As molduras de bronze das janelas ofereciam uma visão do rio, agora um manto escuro e profundo, quase indistinguível sob o céu noturno. As cortin

