Era tarde, e conforme Phoenix havia pedido a Lucian, ela decidiu caminhar com Alaric pelos arredores do castelo. O ar fresco da tarde suavizava o calor do dia, e as sombras das torres se alongavam pelas muralhas, criando figuras fantásticas no chão de pedra. Phoenix, com o filho nos braços e dois guardas atrás de si, caminhava em direção ao local que a acolheu desde a fatídica noite na fronteira do Leste. A jornada até os portões do castelo era uma subida íngreme, cercada por trilhas sinuosas e guardas vigilantes, cada passo aumentando a expectativa e a reverência. Conforme subia, Phoenix sentia a brisa balançar os cabelos soltos, enquanto Alaric dormia tranquilo em seus braços. O som ritmado de seus passos ecoava suavemente pelas pedras. Ao se aproximar, Phoenix contemplou as muralhas d

