Phoenix saiu do quarto chorando descontroladamente, as lágrimas escorrendo por seu rosto como riachos incessantes. Seu coração estava esmagado, e a dor era tão intensa que parecia sufocá-la. Ela não podia acreditar que Ulrich havia feito aquilo com ela. A única coisa em que conseguia pensar era fugir, ficar o mais longe possível dele. Sua vontade era se transformar em loba e simplesmente correr, fugir para qualquer lugar onde ele não pudesse alcançá-la. Dentro de sua mente, a voz de Pryo surgiu, suave, mas determinada. “Podemos fazer isso, Phoenix. É só você permitir.” Phoenix balançou a cabeça com raiva, suas mãos trêmulas ao limpar as lágrimas. “Não,” respondeu, a voz carregada de dor. “Você me traiu, Pryo. Se eu deixar, você vai me levar de volta para Ulrich. Você é uma traidora, a

