Cada passo de Phoenix ecoava pelas paredes frias da fortaleza como um sussurro fúnebre, ressoando entre colunas de pedra e tapeçarias negras. Ela caminhava com a graça de uma rainha e a dor de uma viúva. O vestido n***o que vestia era de veludo espesso, pesado, quase tanto quanto o luto em seu coração. Ricamente adornado com bordados dourados em padrões florais e arabescos, o traje parecia cintilar sob as luzes difusas das tochas, como se cada ponto dourado carregasse o brilho de uma estrela caída. O decote ombro a ombro deixava à mostra seus ombros pálidos, como se até sua pele chorasse a ausência do homem que deveria estar ao seu lado naquele momento. As mangas bufantes, volumosas e estruturadas, davam-lhe uma presença imponente, ao passo que os punhos ajustados — também bordados com de

