Ulrich gemia a cada pedaço que ela engolia mais. Ficou maravilhado ao ver que ela tinha conseguido engolir todo ele e continuava mexendo a língua por dentro. Teve que se conter para não gozar naquele instante… Então ela começou a tortura de vez. Vestiu sua pele com suas mãos unidas e iniciou uma deliciosa punheta, revezada com sua boca quente e já babada. De onde estava, Ulrich podia ver sua bundinha arrebitada, seus s***s pequenos balançando no ritmo das mãos. Queria se livrar da camisola, mas foi contido pelo seu olhar. “Não se mova!” Não estava mais aguentando aquele vai e vem de Phoenix… sua boca devorava sem piedade. Suas mãos aceleravam cada vez mais o momento do clímax. O fato dele não poder mexer as mãos deixava tudo mais sensível. Como se o grau de excitação tivesse sido ampl

