Phoenix se ergueu de seu lugar, o coração martelando contra o peito. Seus olhos arregalados se fixaram na figura à sua frente, incapazes de processar a cena. Arabella segurava um pequeno feixe de vida em seus braços, balançando-o suavemente, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Mas para Phoenix, a visão era surreal. Um medo irracional se instalou em sua mente, temendo que aquilo fosse apenas um capricho c***l de sua imaginação. Com passos hesitantes, ela avançou, a respiração entrecortada. Cada movimento parecia carregar um peso imensurável. Seus olhos marejados analisavam o bebê, temendo que ao tocá-lo, ele simplesmente desaparecesse. Arabella, com um olhar calmo e compassivo, inclinou levemente a cabeça e disse, com a voz baixa, mas firme: — Majestade, conheça seu filho.

