A madrugada ainda envolvia a floresta em sombras densas quando Turin forçou o cavalo em um trote rápido, segurando Phoenix com firmeza contra seu peito. O vento cortante chicoteava o rosto dela, mas não era nada comparado ao turbilhão em sua mente. Atrás deles, os primeiros raios do sol se erguiam como uma promessa distante, tingindo o horizonte em tons alaranjados. Foi esse vislumbre que chamou sua atenção. — Para onde estamos indo? — A voz de Phoenix rompeu o silêncio, mais firme do que ela se sentia. Turin ajustou as rédeas, os olhos fixos na trilha sinuosa à frente. — Para bem longe dele, como você pediu. Phoenix apertou os lábios, o coração pulsando em um ritmo frenético. — Sim, mas para onde? — Ela se inclinou ligeiramente, olhando para trás. — O sol... Estamos indo para o oeste

