CAPITULO 557

1386 Words

Com Alaric chorando em seus braços, Phoenix atravessou os portões do castelo. O feitiço de proteção que ela conjurara ainda cintilava ao seu redor, formando uma barreira quase invisível que crepitava com uma luz azulada, repelindo flechas e chamas como se a própria magia se recusasse a permitir que mãe e filho fossem tocados. Mas do lado de fora, o inferno se erguia. O céu estava tingido de vermelho. As muralhas ardiam em chamas, um fogo mágico e inextinguível lançado por Aria, cuja presença se manifestava no céu como uma aurora dançante e furiosa. Labaredas serpenteavam pelas torres, e os ventos que varriam o campo de batalha — fortes e cortantes como lâminas — só poderiam vir de Elysia, que, nas alturas, manipulava os ares com uma precisão aterradora. As rajadas faziam homens e lobos v

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