Capítulo 119 — O Corte Final

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A noite estava silenciosa na cobertura. Miguel permanecia em pé diante da janela, observando a cidade iluminada. Ana, sentada no sofá, segurava uma xícara de chá que já esfriava em suas mãos. Gabriel dormia no quarto ao lado, alheio ao peso das decisões que pairavam sobre a família. — Você está inquieto. — disse Ana, quebrando o silêncio. Miguel respirou fundo. — Minha mãe não vai parar, Ana. Mesmo humilhada, mesmo atrás das grades, ela continua tentando manipular, enviar cartas, usar mensageiros. O ódio dela não tem limites. Ana assentiu. — Então o que vai fazer? Ele se virou, os olhos determinados. — Vou acabar com isso. De uma vez por todas. Na manhã seguinte, Miguel convocou Duarte e dois advogados de confiança para uma reunião a portas fechadas. A mesa da sala de conferências

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