— Como um príncipe. Respondo com firmeza. Não posso deixar de sentir as minhas bochechas esquentarem e fico surpresa comigo mesma, fico surpresa com a forma como consigo me aproximar dele sem medo ou preocupação. — Eu não acredito nisso. Ele responde, fazendo os meus olhos procurarem os dele novamente. Ele não para de sorrir. — Você acha que eu pareço um príncipe? Sou eu quem sorri agora. — Exatamente. Eu garanto. — Você é um rei. Ele leva as minha mão aos lábios, o ar para de entrar no meu sistema quando os seus lábios atingem as costas da minha mão. Seu olhar não se afasta do meu, mesmo com a ação que ele faz. — E você é a rainha deste rei. Diz ele depois de alguns segundos e afastando a boca da minha pele. Meu peito está pesado e o meu coração está estranhamente perturbado. — De

