CAPÍTULO 19

1039 Words
Repito para mim mesmo que isso não está certo, que eu não deveria me sentir atraído por nenhum Dravens. E muito menos pelos três ao mesmo tempo, mas parece que meu corpo diz ao meu cérebro para ir para o inferno e se entrega completamente à tarefa de devolver o beijo para Jak. Ele puxa meu cabelo enquanto aperto mais seu corpo, e ele parece adorar o gesto porque solta um rosnado baixo. Suas mãos descem até minha b***a, que ele aperta como quiser e puxa meu corpo para a borda da mesa. Ele abre caminho entre minhas pernas e esfrega seu p*u na entrada da minha v****a. O que me faz ofegar contra seus lábios. Jak sorri, cínico. Gostar do sorriso cínico dele não é certo, mas, caramba, é o sorriso mais baixo que já vi na minha vida. Ele abaixa os lábios sobre meu maxilar, alcança meu pescoço, bem onde ele pode sentir meu pulso, o pulso do meu coração acelerado por seus beijos, eu sinto seu sorriso na minha pele. Eu cavo minhas unhas na nuca dele enquanto puxo sua boca de volta para a minha. Decidi mandar meu autocontrole para o inferno e aproveitar o que Jak decide fazer comigo. Vamos nos preocupar com o moral mais tarde. Ele devora minha boca, sua língua dança com a minha em uma batalha silenciosa, o gosto de sangue em nossos lábios desapareceu há muito tempo, mas o gosto metálico persiste. Jak levanta uma das mãos em direção ao meu pescoço e aperta, o suficiente para o sangue começar a se acumular na minha cabeça enquanto o beijo continua. Eu lentamente fico sem ar, mas não me movo, porque sei que vai parar quando ele quiser. Pelo contrário, eu relaxo em seus braços e suspiro novamente em seus lábios, então afrouxo meu aperto. — Eu não sabia que você confiava tanto em mim, Lyra. Algo sombrio e perturbador brilha em seus olhos diante dessa confissão. Eu também não sabia, mas agora não tenho tempo para pensar muito sobre isso. Seus dentes puxam meu lábio inferior com força. Sinto o gosto do meu próprio sangue na boca, meus olhos se enchem de lágrimas, choramingo contra sua boca enquanto minhas mãos descem por seu peito definido, até chegar ao início de suas calças e puxá-lo, enfiando seu p*u dentro de mim. Agora quem solta um suspiro rouco sou eu. Sua boca colide com a minha novamente, suas mãos descem até minha b***a novamente, que ele aperta com suas mãos fortes e machuca como quiser, seus quadris e os meus começam a se mover em busca de mais contato entre nós e parece o paraíso. Gemo contra sua boca quando o toque de seu corpo contra o meu se torna delicioso, mas preciso de mais contato. Ele se recusa a deixar seu p*u dentro de mim. Ele parece entender o fio dos meus pensamentos, então sua mão começa a se levantar novamente, ele traça um caminho com os dedos do meu joelho até o início do meu vestido. A mão dela entra no meu vestido, está tão perto da minha calcinha que sinto o calor que emana da pele dela, o que me faz estremecer. A porta do porão é aberta abruptamente. — Filho da p**a — Jak rosna, apertando minha coxa impotente enquanto separa seus lábios dos meus. — Espero que o que quer que você venha dizer seja bom, Orion. Não sei como ele sabe quem Orion é, porque a Lyra nem falou e seus passos não foram ouvidos, mas Jak finalmente se vira para olhar para mim, separando-se do meu corpo. Orion aparece no meu campo de visão, sua testa está franzida ao ver o tronco do homem no chão, sangrando, e os membros arrancados de seu corpo pendurados nas correntes. Aparentemente, a lâmina com o olho fixado nela também foi expelida de seu corpo e está a poucos passos dos pés de Orion. É verdade, havia um cadáver lá. — Que desagradável — ele exclama. — A Lya gosta — Jak aponta a cabeça para mim. Ele ainda está sem camisa, com manchas de sangue no tronco, mas seu cabelo está uma bagunça causada pelas minhas mãos ficarem emaranhadas nele, não sobrou mais sangue em sua boca, somente a mancha avermelhada, e seus lábios estão vermelhos e inchados. Orion se vira para olhar para mim, e meu estado na mesa deve ser algo parecido com o de Jak, porque Orion acrescenta dois mais dois e levanta uma de suas sobrancelhas enquanto seus olhos olham para mim de brincadeira. — Você deu uma festa com Jak e também não me convidou hoje, isso me machuca, Lyra. — Não preste atenção nele, Orion nunca vem aqui — Jak refuta. — Porque é nojento me envolver enquanto ouço como o cadáver sangra até a morte. — É nojento que você… — Cale a boca, vocês dois! — Eu refuto, pulando da mesa, os dois param de discutir enquanto sorriem divertidamente. — Você ia nos contar alguma coisa, Orion? Não sei de onde vem essa confiança que emana de mim ao se tratar de qualquer um deles. — Ah, sim! Temos que ir, os Sallazar, eles descobriram esse ponto. A diversão evapora do corpo de Jak, ele xinga baixinho quando sai do porão puxando meu braço, Orion nos segue. Sinto meu corpo tenso, os Sallazar são o grupo criminoso que governa outro país e a forte concorrência dos Dravens. Eles literalmente dividiram em duas partes e cada grupo lidera seu território sem interferir no território do outro. Embora seja evidente que isto nem sempre é respeitado, ambos os grupos mantêm uma forte luta para descobrir quem manterá o controle de tudo. Embora eu tenha ouvido falar que os Dravens estão à frente nesta guerra, após ganhar o apoio de pequenos grupos criminosos espanhóis e começar a fazer acordos com um cartel na Alemanha. Eu sei que os Dravens, como diz o sobrenome, são descendentes de algum grupo criminoso nos Estados Unidos. Dizem que naquele país o grupo é liderado pela mãe deles, Antonia Dravens. No entanto, o trio de irmãos soube se posicionar e tornar a cidade sua, embora os Sallazar não tenham facilitado muito para eles. ‍ ‍
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