VANESSA Já são quase sete, e não vai demorar para o carro com motorista que Marte contratou estar aqui para me levar. Eu dou a última olhada no espelho, e a campainha toca, quando estou colocando os brincos. — Emy, pode atender? Eu grito da porta do quarto, mas a campainha continua tocando. — Droga! Eu coloco a cabeça para fora do quarto e chamo mais uma vez. — Emy? Mas, ninguém responde. Será que ela já foi, e não falou comigo? Ela tinha se recusado a ir no carro junto comigo. Eu bufo. Eu não acredito que ela saiu sem me falar só para não ter que ir no carro comigo. A campainha continua tocando, e eu reviro os olhos. Aposto que é ela, que esqueceu a bolsa com as chaves. Desço rapidamente, e sorrio, quando vejo que estou certa, e vejo a bolsa da Emy em cima da mesa. — Eu sabia

