CAPÍTULO 07

1421 คำ
GEOVANA VIDAL Encaro todos os Coopers que me olham apreensivos e alguns com lágrimas nos olhos. Nunca contei isso a ninguém, falar disso...rememorar coisas tão dolorosas, faz meu peito doer demais. — Eu consegui ir até em casa e pegar o máximo que podia, e o dinheiro que Yuri havia me dito. Mas logo quando sai na porta, ouvi tiros, percebi que uma operação tinha começado, polícias de um lado e bandidos em outros, pessoas no meio do fogo cruzados, balas pedidas atingindo animais e inocentes. No meio da confusão eu corri, e acabei caindo com a perna em cima de um arame enferrujado e enfarpado, ele enroscou na minha perna toda. Tive que me arrastar para ninguém me pegar, a dor era imensa. Eu acabei esbarrando com alguns polícias, e dois deles me ajudaram me levando ao hospital, mas eu sabia que não podia fica, eles podiam ser algum p*u mandado do Eduardo e eu não podia corre o risco de ser pega, depois que tiraram o arame e fizeram curativos, eu saí de lá, o mais rápido possível pegando qualquer ônibus para qualquer lugar. Passei a noite em um hotel e depois fui para a rodoviária, comprei uma passagem para o Rio Grande do Sul, esse estado tem fronteiro com o a Argentina, fui para la. E só então pude ir a um hospital. Lá eles me disseram que teriam que arrancar a minha perna, o arame que havia enroscado com a minha perna inteira, dislaceirou ela por completo, fora que o mesmo estava enferrujado, eles temiam que podia dar um infecção e se espalhar, então foi necessário. " Fiquei alguns meses la, e consegui a doação de uma prótese. Quando estava recuperada e bem, pela internet, paguei para tirar meu passaporte, voltei para o Brasil para isso, e depois tirei o visto para os Estados Unidos. Fiquei escondida la até tudo está certo. Na primeira oportunidade, vim para cá, me estabeleci em uma casa com o dinheiro que Yuri deixou e por sorte arrumei um emprego em um consultório médico. — Eu imagino como deve ter sido essa situação, saiba que aqui, nada de m*l vai te acontecer, eu dou a minha palavra.— Encaro o rosto da Sra. Cooper, ela esta com lágrimas em seus olhos. Acho que ela, me entende melhor que qualquer um. — Tenho amigos que podem nos ajudar a monitorar e nos avisar, quando Eduardo chegar.— profere o Sr. Alex Cooper. — Geovana, por via das dúvidas, o melhor é que fique em nossa casa.— Arregalo meus olhos. — Não, eu já causei problemas demais para essa família, não quero... — Seria irresponsável te deixar sair por aquela porta, sabendo que um dos alvos do Eduardo, é você. — Alex, tem certeza disso? Isso só vai aumentar ainda mais o foco em cima da sua casa.— murmura o tal Liam. — Pai, posso ficar aqui na casa também, acho que se ficamos juntos, vai ser melhor.— Os olhos de Christian são direcionados a mim e um arrepio estranho toma conta do meu corpo. Nossa. — Isso seria ótimo. Theo?— Alex indaga e olha para o outro filho que é irmos gêmeo de Christian. — Posso deixar os cassinos nas mãos de homens de confiança por um tempo, mas se caso acontecer algo, vou precisar ir a Las Vegas. — Isso vai ser ótimo, ter meus filhos comigo, só faltou a Aline pra completar.— Dona Angel diz eufórica. — Aline vai está segura em Genovia.— murmura o Caleb, avô de Christian e pai de Alex, olhando para a tela do notebook. — Bom, então estamos todos entendidos. Geovana, se permitir, vou pedir aos seguranças para irem a sua casa buscar suas coisas.— Abro a boca para protesta, mas Angel se adianta.— Isso é algo mais pessoal para mim do que imagina, apenas por favor, aceite.— sussurra em meu ouvido. Sacudo a cabeça em concordância. — Então é isso, seja bem vida a mansão Cooper.— murmura Theo fazendo todos rirem, menos Christian. **** Eu já estava a acomodada ao meu quarto, com a ajuda de duas empregadas, arrumei tudo em seu devido lugar. O quarto é espaçoso, todo branco, piso de madeira e teto de gesso com belos desenhos, lustre grande bem no meio. e a Angel disse que posso decorar da forma que quiser. Não faria isso, isso tudo é provisório, e quando tudo acabar, vou voltar a minha vida de antes. Escuto três batidas na porta, murmuro um "entre" e logo Christian aparece, sem gravata, mangas da blusa social branca, levantada na altura do cotovelos, calça escura e bem moldada em seus quadris e pernas, assim como a blusa molda seu corpo, parece que foi feira especialmente para o deixar fisicamente sexy. — Estou aprovado?— Sinto minha bochechas corarem, e rapidamente desvio o olhar para qualquer coisa que não seja ele. Porra, da próxima vez, seja discreta!...espera, próxima vez? — Desculpe.— murmuro. — Já estou acostumado com esses olhares.— Encaro seus olhos intrigada — A jura? Que tipo de olhares? — Desejo.— Se aproxima. — Eu não estava te olhando assim, seu convencido. — Ele sorri. O maldito sorriso. — Ok, vou fingir que acredito. — Eu não... — Minha mãe pediu para vir, me cetificar de que esteja bem acomodada. Pelo que vejo, já até arrumou suas coisas, então, com licença. — Ele se vira para sair e eu não pude evitar meu olhar cair em sua b***a. Maldito Cooper! CHRISTIAN COOPER Levo o copo a minha boca e bebo o líquido quente que desce rasgando a minha garganta, meu pai e Theo entram na sala e antes que perguntem algo, já adianto. — Não gosto dela. — Não é isso que iríamos pergunta, mas é interessante essa frase.— profere Theo. — Porque? — Você se sente atraído por ela, não o culpo, ela é uma bela mulher, e independe da sua deficiência, isso não anula nada a beleza dela.— confessa meu pai. — Ela me atrai como qualquer mulher.— Meu irmão ri. — É mesmo? Então não se importaria se eu tentasse t*****r com ela, certo?— Aperto o copo em minha mão e reprimo um xingamento. — Não acha que ela já passou por merda o suficiente, para você brincar com ela? — Como meu pai mesmo disso, ela é uma mulher bela, independentemente se tem uma perna ou não, e pelo que percebi ela é uma mulher bem quente e que não é do estilo delicada ou que liga se só vou t*****r com ela ou não, então porque não Se divertir um pouco, aliviar...tensões. — Um barulho de algo se quebrando é ouvido, logo os cacos de vidro caem no chão, olho para minha mão e vejo alguns corte do copo quebrado. Caralho! — Interessante, você não gosta dela, mas tem ciúmes, que lindo.— Encaro Theo sem esbanjar nenhum sorriso. — Já chega, Theo. Vou buscar algo para fazer curativos.— Meu pai sai da sala e meu irmão me encara com um sorriso vitorioso no rosto. — Incrível como o tão frio Christian Cooper, foi pego pelo tal do "Amor"— faz aspas com os dedos. — Não fale asneiras, acho que a droga que deve ter usado em Las Vegas te fez ficar assim.— Ele ri. — As drogas que uso se chamam bocetas. E você, nem provou e já está louco por uma específica. — Não vou ficar com ela. — Ue, e porque não? — Eu sou um bastardo comedor de bocetas, ela não merece ser só mais uma.— Balanço minha mão para o restinho de vidro cair no chão. Droga, isso arde! — Você tem pena dela? — Claro que não...eu só acho que ela não é para ser trata assim. — Assim como? Uma mulher? Chris, você a vê como uma pessoa frágil por ela ser deficiente, isso é r**m, ainda mais agora, depois de saber o que ela já passou. — E porque isso seria r**m? — Trata-la assim, não acha que só vai piorar o sentimento que ela tem, da dor que ela já sentiu? Olha a mamãe, ela passou por coisas parecidas, e nem por isso meu pai a olhou com pena ou como frágil, muito pelo contrário. Sempre a viu como uma mulher forte, capaz de enfrentar qualquer. — Fecho os olhos para não demostrar o quanto as palavras dele me afetaram. — Eu não consigo.— Confesso. — Então te aconselho a ficar longe dela. — Como assim? — Vai magoa-la muito se continuar a trata-la com pena, se quer f***r com ela, f**a e a trate como uma mulher de verdade, não como um objeto que pode ser quebrado a qualquer momento, ela é mais forte do que nos dois juntos. E assim, meu irmão sai da sala deixando minha cabeça com mil pensamentos. Merda! É tão difícil!
อ่านฟรีสำหรับผู้ใช้งานใหม่
สแกนเพื่อดาวน์โหลดแอป
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    ผู้เขียน
  • chap_listสารบัญ
  • likeเพิ่ม