Nova Assistente

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****Fernando**** Eu estava sendo infantil e arrogante? Sim, com certeza, mas por mais que eu quisesse agir diferente, não conseguia. Quando vim para o Brasil, só pensava em proteger a minha mãe e me vingar do meu pai. Não estava nos meus planos arruinar a vida dela ou a torturar, mas eu não conseguia me manter longe... Tem menos de uma semana que estou de volta e tem quase uma semana que não sei o que é dormir direito, comer direito ou não estar sempre cheio de álcool na mente. Minha saúde física e mental está um caco, tudo graças a ela. Se não bastasse destruir o casamento falido dos meus pais, mas que eles fingiam que não estava acontecendo nada de errado, agora aquele furacão de mulher me sugou para o meio do seu caos. Vanessa... esse é o nome da mulher que ousou cruzar o meu caminho e que vou destruir, mas também é o nome que não sai dos meus pensamentos e não consigo passar uma hora do meu dia sem sentir vontade de estar dentro dela novamente. Só de pensar em seu aperto e ousadia, já ficava pronto. Enquanto ela arruma a minha nova sala — confesso que dei a ela essa função, pois acredito que ela não vai conseguir cumprir e eu vou ter um pretexto para brigar com ela — eu tento trabalhar um pouco. Há muito a ser feito. Estou lidando com uma equipe imensa de advogados, advogados não, águias, e se eu não for competente, perco os nossos clientes e o nosso prestígio. Depois do almoço eu recebi uma estagiária do marketing na minha sala. A mulher era muito bonita e faltava arrancar a roupa e se jogar em cima de mim. A Sabrina já tinha tentado algo comigo mais cedo, mas eu não estava afim. Na verdade, eu continuo não estando a fim, mas preciso me livrar dessa ereçãø que não me deixa. — Queria mostrar ao senhor algumas propostas do marketing, mas não quero incomodá-lo — a mulher que estava na minha frente disse fazendo cara de coitadinha. Definitivamente ela queria dar pra mim. —Sente-se. Já vou atendê-la — ela se sentou e disfarçadamente puxou o vestido um pouco para cima e quando cruzou as pernas bem devagar, vi mais do que deveria. Eu peguei o telefone e pedi para a Sabrina, que estava responsável por transmitir as minhas ordens naquele setor, para liberar a equipe meia hora antes do horário. Eu vi os olhos da estagiária que não me lembro mais o nome, se iluminar. Eu até podia trepår com ela, mas o motivo de dispensar os funcionários mais cedo era porque não queria ninguém por perto quando fosse conversar com a Vanessa. Assim que deixei o telefone, ela se aproximou e com a cara de quem queria muito se enfiar de baixo de mim, deslizou a mão sobre o meu peito. — Eu não namoro ou qualquer coisa do tipo — disse deixando claro o que aquilo não se tornaria. — Eu não quero isso — sussurrou enquanto deslizava a mão pelo meu påu duro, fingindo que não queria que eu enfiasse um anel no seu dedo depois de ficar apaixonado. Eu então a tomei em um beijo rápido e logo subi seu vestido, dizendo: — empina pra mim. A cachorra terminou de subir o vestido e se jogou em cima da minha mesa, ficando com a bundå bem empinada e livre para eu dominar. Eu passei a minha mão pelas suas costas e decidi acabar logo com aquilo. Eu precisava extravasar todo o desejo que estava dentro de mim. Coloquei um preservativo, fechei os olhos e fui inundado pela imagem da mulher de peruca verde transåndo comigo e então, sem pedir licença ou avisar, estoquei fundo na mulher que estava sob mim. Estava bom? Com certeza, mas àquilo era só sexø, vazio e impessoal. Nem sequer sei o nome da mulher que está comigo e apesar de ser muito bonita, a forma como ela geme exagerado estava me irritando. Os meus pensamentos estavam voando longe e comecei a reparar no papel de parede e percebi que não ia conseguir continuar aquilo por muito tempo sem brochår. Mas então ela entrou na sala e nossos olhos se cruzaram. Jamais faria isso de propósito. Até eu tenho limites de idioticė, mas não imaginava que ela entraria sem bater. Na verdade, achei que ela nem voltava sem que eu fosse resgatá-la da missão impossível que eu dei a ela. Mas agora ela estava ali, me olhando e enchendo de tesåo. Eu não parei e mandei ela esperar que eu terminasse para arrumar a minha sala pós sėxo. Eu sou um babacå. Eu sei, mas não vou negar que adorei ver que ela estava putå comigo. Eu estava doido para acabar com aquela trepadå mediana, mas agora que eu sabia que ela estava ali, do outro lado da porta, me senti extremamente revigorado, ainda mais quando percebi que os gemidøs fingidos da mulher que estava comigo poderiam incomodar a Vanessa. Sim, eu queria ser um idiotå grosseiro, mas no fundo, ainda que não admitisse nem para mim mesmo, eu queria fazer ciúmes nela. Eu queria que ela sentisse que eu nunca iria ser dela, por mais que eu já fosse muito mais do que gostaria, já que ela não para de dominar meus pensamentos. Assim que terminei com a garota, deixei ela se recompor e a dispensei. — Chame a minha assistente quando sair — foi só isso que eu disse para mulher que eu tinha acabado de fazer gozar duas vezes. Ela abriu um sorriso e tentou me beijar, mas a cota de beijos para ela estavam encerrados, e fingindo não se incomodar, lançou um beijo no ar e saiu. Não é que não beijo desconhecidas, mas acho isso tão íntimo, muito mais do que sexo, que beijo o mínimo que posso e logo tiro a atenção da mulher que está comigo para outras coisas. — É esse o seu plano para me atingir? — Disse rindo enquanto entrava na minha sala — me fazer trabalhar duro e ouvir as suas trepadås sem graça? — Não foi intencional. Achei que não voltaria mais — e não foi sem graça — respondi entredentes. Ela riu como se não acreditasse em mim e começou a arrumar a bagunça da minha mesa com uma cara de nojo. — Afinal, o que veio fazer aqui antes do fim do expediente? Se continuar assim, não vai terminar nunca a tarefa que eu te passei. — Vim avisar que acabei e que estou indo embora. Se quiser ir conferir e tentar achar alguma imperfeição para depois me perturbar, fique à vontade, mas acho que não vai encontrar. Ela terminou de juntar os papéis espalhados na minha mesa, se virou e foi embora, levando com ela um pouco da minha capacidade de respirar.
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