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Vampiras lésbicas vol 1°

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Blurb

Pâmela Torres é uma adolescente, uma garota isolada, garota fria, que leva uma vida diferente, a mesma descobrirá algo sobrenatural em sua vida, e esconderá um grande segredo por um longo tempo, em meio a grandes decisões que terá que tomar em sua vida, Pâmela viverá uma paixão, mas para isso acontecer, a mesma irá enfrentar grandes problemas, envolvendo pessoas do outro mundo, a questão é, vale a pena lutar por um amor ?

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História da minha vida.
História da minha vida. Pâmela P.O.V Numa pequena cidade no Brasil, se encontra nada mais, nada menos que eu, acho que sou uma das pessoas, ou melhor, 99% das pessoas, com preguiça de ficar fazendo trabalhos escolares em casa, o meu professor de história ele é absurdamente exagerado, seria uma ironia eu está a falar com essas palavras, mas é para ser. Acabei que nem me apresentei direito, eu chamo-me Pâmela Torres, mas meus amigos me chamam de Pâm, outros de pandora, é mais um apelido mesmo para os íntimos, mas não gosto de nenhum praticamente, tenho 17 anos, sim sou nova, gosto muito de rock, quando estou na escola, preciso sempre ficar de fone para não ouvir tanta babaquice, vindo da boca daqueles garotos. Ah então eu já devo-me considerar roqueira igual os meus amigos falam? Eu não tenho muito o que fazer, muitos adolescentes da minha idade, estão a aprontar por ai, se divertindo, vivendo a vida eu diria, e cai entre nós, estão mais que certos, pois não sabemos o dia de amanhã, mas eu, particularmente costumo ficar em casa, gosto de ler livros, assistir séries e filmes de terror, na verdade, eu gosto mesmo de fugir da minha realidade e acho que a maioria é que nem eu. Mas, ao mesmo tempo que sou assim, considero-me nerd, uma das notas mais altas em algumas matérias é sempre às minhas, daí eu puxo para o outro lado onde acredito em contos de fadas, mas de aparência iriam achar que faço pacto e rituais obscuros. Eu ainda, moro com os meus pais, talvez eu seja uma filha exemplar para eles, ou talvez a grande preocupação, para eles um alívio eu ficar dentro do quarto direto, mas uma grande preocupação porque eu definitivamente saio apenas para comer e fazer as minhas necessidades mais importantes. Ah, eu sou uma lésbica, e no armário, aquele que a gente tranca ainda e guarda a chave, pois é, digamos que eu ainda não tive a oportunidade de dizer isso a eles, e também não tive um amor assim para mostrar para o mundo, sei que eu não tenho que esperar por alguém, já que isso é individual, mas é um apoio, porque nós temos que enfrentar isso sem apoio, é desesperador, não me sinto confiante, e tenho muito medo da reação dos meus pais, talvez eles ainda esperam um neto, querem-me ver com uma família, é o típico de todos os pais, mas enfim, estou aqui no meu quarto, mexendo no computador, como eu estava a dizer ? O meu professor é exagerado, nos passou um trabalho sobre vampiros, ele vira motivo de piada na escola, porque ele é muito obcecado por esses temas, ele tem um entusiasmo, que chega ser assustador. Cai entre nós, eu gosto de filmes, livros, coisas baseadas em fatos reais, assim tem mais emoção. -- Que coisa chata, eu sou uma piada. - digo num tom baixo, lendo o que estava escrito no site onde pesquisei, voltando a escrever. Sinto um vento gelado adentrar pela janela, me deixando mais relaxada, continuo a escrever e fazendo algumas marcações importantes, ouvindo um barulho, era minha janela batendo devido ao vento. -- Nossa, que vento. - digo-me levantando e caminhando até a janela, a fechando, volto a me sentar em frente o computador. (...) O relógio marcava 1h da manhã, estava tendo que finalizar o trabalho, mas acabei-me distraindo no celular, por isso o meu atraso, que exemplo, não é mesmo? -- Esse professor vai-me pagar, por está-me fazendo copiar um texto tão grande assim. - digo guardando os meus materiais dentro da mochila, finalizando a capa do trabalho. -- Onde já se viu, vampiros existirem? Daqui a pouco vai pedir para que saíamos atrás de provas concretas. Abro a porta do meu guarda-roupa, pegando uma roupa de dormir, meu pijama, bem confortável, vou para o banheiro, tomar o meu banho, daqui a pouco eu teria aula, e o pior que esse horário para conseguir dormir agora, o que fui inventar, estou sem sono. Escovo os meus dentes e caminho até a cama, sento-me na mesma, apagando a luz do abajur, deito-me, me cobrindo, parece que m*l passou cinco minutos e eu estava a dormir. -- Eu não vou.... Percebo que acabei falando do nada, mas era apenas o susto, sento-me com tudo na cama, sentindo o meu corpo suado, viro o meu rosto em direção da porta do quarto, vendo uma pessoa parada lá, não conseguia ver muito, pois estava escuro demais, pensei ser paranoia da minha cabeça, então acabei falando algo sem pensar. -- Quem é você ? Sai do meu quarto! - digo num tom baixo, tirando um pouco o edredom que estava por cima das minhas pernas. -- Não te interessa, só estou aqui para saber e perguntar-te, será que os vampiros não existem mesmo? - ouço a voz, percebendo ser um homem, o mesmo levantou-se da poltrona. -- Por onde você passou? - pergunto receosa, não sabia o que esse cara poderia fazer comigo, talvez seja algum bêbado da rua. Ele ignorou. -- Daqui um dia você irá ver que eles lá fora, iram falar com você que vampiros não existem. - ouço a sua gargalhada me fazendo-te encarar sem entender, se isso for um pesadelo, eu espero acordar em breve. -- Eu vou gritar. - digo-me levantando com tudo. -- Apenas me escute, ou será bem pior. - percebo aquele vulto se aproximando. -- Nunca abuse de um vampiro novamente, nunca diga que não existe, nunca rir de qualquer história que tenha vampiros, você não sabe a ironia da vida, talvez exista, nesse mundo tem tantas coisas escondidas, tantas coisas de séculos atrás que, quem são vocês para afirmar alguma coisa? - sinto o mesmo encarar-me, podendo ver os seus olhos, como um brilho em meio aquela escuridão, acho que eu estava a ser hipnotizada, pois já me sinto confusa. -- Mas isso.. - sinto as suas mãos na minha vista, e o seu corpo atrás do meu, em questão de segundos, sinto uma dor no meu pescoço, por um segundo achei que ele me matou, essa dor parecendo está a perfurar meu pescoço e sugando as minhas veias, se tudo já estava escuro, ficou mais ainda, sinto o meu corpo mole, sem conseguir controlar os movimentos das pernas, acabo caindo com tudo próxima da cama.

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