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CONSELHO DOS HERDEIROS

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Blurb

Dois mundos. Doze herdeiros. Um império que Chicago e o mundo jamais esquecerão.O Conselho dos Herdeiros não é mais apenas uma elite de negócios; agora, ele é uma força da natureza. Unindo a genialidade arquitetônica e estratégica dos clãs Rossi, Duarte e Lombard à herança implacável da máfia Vitale-Ortega, nasceu uma nova era de domínio absoluto.No centro dessa engrenagem está Lorenzo Rossi, o arquiteto-chefe de 22 anos. Mestre da ordem, da estética e da liderança, Lorenzo governa o Conselho com uma precisão cirúrgica. Ao seu lado, uma teia de especialistas — de médicos a estrategistas agro e gênios das finanças — garante que o império seja inabalável. Mas a ordem de Lorenzo está prestes a ser testada pelo caos mais sedutor que ele já enfrentou.Vittoria Ortega Vitale, a Princesa de Chicago, chegou para ocupar seu assento de direito no Conselho. Aos 20 anos, ela carrega o aço de Enzo Vitale e a astúcia das sombras de Olívia Ortega. Sucessora da máfia e herdeira de um império, Vittoria não joga pelas regras; ela as destrói. Ao seu lado está seu irmão, Vinícius, o futuro Dom, pronto para garantir que qualquer ameaça ao Conselho seja silenciada antes mesmo de surgir.O que começa como uma rivalidade explosiva por território e métodos de poder evolui para uma tensão perigosa entre Lorenzo e Vittoria. Ele é o ângulo perfeito; ela é a curva imprevisível. Ele constrói; ela domina. Em meio a uma guerra de egos, inveja corporativa e atentados que tentam desestabilizar a união desses doze jovens, o amor surge como o elemento mais arriscado do jogo.Se mexer com um, você terá o jurídico, a logística e as finanças contra você. Mas agora, com a entrada dos Vitale, você também terá a máfia à sua porta. No novo Conselho, a lealdade é a única lei, e a vitória é o único destino aceitável.O Ouro se uniu ao Aço. A Ordem se rendeu às Sombras. Bem-vindos à nova era dos Herdeiros.

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CAPÍTULO 1: O Ângulo de Incidência
POV – LORENZO ROSSI O salão do Grand Hotel Chicago exalava o cheiro de dinheiro antigo e ambição nova. Eu ajustei os punhos do meu terno sob medida, sentindo o peso do relógio de platina no pulso. Ao meu lado, o Conselho estava em formação completa. Dez de nós. Uma frente unida de inteligência, beleza e poder. — Lorenzo, o terreno da zona sul é vital para o nosso novo QG — Maya murmurou ao meu lado, sua postura impecável no jaleco branco de gala que ela usava para eventos oficiais. — Preciso daquela área para o centro médico de ponta, mas o subsolo... o subsolo será a nossa fortaleza. — Você terá o que precisa, Maya — respondi, meus olhos mapeando a sala. — Ninguém em Chicago tem o capital ou a coragem de atravessar um lance do Conselho. Eu estava acostumado a ser o centro das atenções. Como arquiteto-chefe e líder, eu via o mundo em linhas retas e estruturas sólidas. Mas, por um breve segundo, minha mente viajou para três meses atrás. Um evento beneficente tedioso, um esbarrão nos corredores... uma mulher que eu m*l vi o rosto, mas cujo perfume de sândalo e mistério ainda visitava meus sonhos. Eu tinha sido educado, ajudei-a a se equilibrar e segui meu caminho sem olhar para trás. Um erro que eu não costumava cometer. — Senhoras e senhores — o leiloeiro anunciou. — Iniciamos o lote 402. O terreno portuário da antiga fundição. Lance inicial: 200 milhões de dólares. — 250 milhões — Maya levantou a placa, a voz calma e autoritária. O salão ficou em silêncio. Quem ousaria? — 400 milhões. A voz veio do fundo. Uma voz de veludo e aço. Eu me virei lentamente, sentindo uma descarga elétrica percorrer minha espinha antes mesmo de vê-la. POV – VITTORIA ORTEGA VITALE Lá estava ele. Lorenzo Rossi. O homem que me ajudou a não cair em um corredor escuro três meses atrás e que, desde então, não saiu da minha cabeça. Ele não me viu aquele dia, mas eu vi cada ângulo perfeito do seu rosto, a firmeza de suas mãos e a autoridade que ele exalava sem esforço. Eu não queria o terreno para construir prédios. Eu queria o terreno porque sabia que ele o queria. E eu queria que ele finalmente me visse. — Vi, você tem certeza disso? — Vinícius sussurrou ao meu lado, sua mão descansando perto da arma escondida sob o paletó. — O velho disse para não chamarmos atenção agora. — O papai quer que eu assuma o meu lugar, Vi — respondi, usando o apelido que só ele tinha permissão de usar. — E para sentar à mesa com deuses, você precisa primeiro mostrar que pode derrubar o templo deles. Caminhei pelo corredor central, sentindo os olhos de todo o Conselho dos Herdeiros sobre mim. Eles eram lindos, técnicos e organizados. Mas eles não sabiam o que era o cheiro de pólvora ao amanhecer. — 500 milhões — eu disse, parando a poucos metros da mesa de Lorenzo. Ele se levantou. A altura dele era imponente, mas eu não recuei. Pela primeira vez, os olhos azuis dele encontraram os meus com foco total. Ele estava tentando me decifrar, procurando em sua mente onde já tinha visto aquela curva de lábios. POV – LORENZO ROSSI Meus olhos se estreitaram. Ela era deslumbrante, perigosa e carregava uma aura que eu não conseguia catalogar. Não era apenas riqueza; era domínio. — Você é persistente — eu disse, minha voz saindo mais grave do que o pretendido. — Mas está em território errado, senhorita... ? — Vittoria. E não existe território errado para quem está disposta a comprar o mapa inteiro — ela deu um passo à frente. O perfume. Era o mesmo. O sândalo. Maya deu um passo à frente, tentando manter a diplomacia do Conselho. — Este terreno é destinado a um bem maior para a cidade, senhorita Vittoria. Sugiro que não desperdice seu capital em uma guerra perdida. Vittoria sorriu, e foi o sorriso mais letal que já vi. — Eu não considero um desperdício investir no que me interessa. E no momento... — ela olhou diretamente para mim — ...muita coisa me interessa nesta sala. O leiloeiro estava estático. — 500 milhões pela Srta. Vittoria... — 600 milhões — eu interrompi, sem tirar os olhos dela. — 750 milhões — ela rebateu instantaneamente. O burburinho na sala era ensurdecedor. Ninguém nunca tinha peitado o Conselho daquela forma. Eu senti uma irritação crescente, misturada com uma admiração que eu tentava sufocar. Ela estava brincando comigo. — Lorenzo... — Maya tocou meu braço. — O valor está excedendo a margem logística. — Não é mais sobre logística, Maya — respondi. POV – VITTORIA ORTEGA VITALE Eu via a luta interna dele. Lorenzo Rossi era um homem de cálculos, e eu era a variável que ele não conseguia resolver. Vinícius estava tenso ao meu lado, percebendo que o clima estava mudando de um leilão para um duelo pessoal. — 800 milhões — Lorenzo disse, sua voz como um trovão. Eu fechei minha placa e sorri. Eu não precisava do terreno hoje. Eu precisava que ele soubesse meu nome. — Vendido para o Sr. Rossi por 800 milhões — o leiloeiro bateu o martelo, ofegante. Aproximei-me de Lorenzo, ficando tão perto que podia sentir o calor do seu corpo. O Conselho se tensionou, Lucas e Davi deram um passo à frente, mas Lorenzo fez um sinal para que parassem. — Parabéns pela aquisição, Lorenzo — sussurrei, apenas para ele ouvir. — É um belo lugar. Espero que a fundação seja forte o suficiente para o que está por vir. — Você jogou o preço lá no alto por puro capricho? — ele perguntou, a possessividade já começando a brilhar em seu olhar, mesmo sem me conhecer. — Digamos que eu gosto de testar a resistência dos materiais antes de começar a construção — passei a mão levemente pelo seu ombro, um toque que durou apenas um segundo, mas que deixou rastro. — Nos vemos por aí, Arquiteto. Virei as costas e saí, sentindo o olhar dele queimando minhas costas. — Vi, você é louca — Vinícius riu quando saímos para a noite fria de Chicago. — Você acabou de declarar guerra ao Conselho dos Herdeiros. — Não, Vini — eu disse, entrando no carro blindado. — Eu acabei de me apresentar ao homem que vai governar o mundo ao meu lado. Eles só não sabem disso ainda. POV – LORENZO ROSSI Eu fiquei parado, observando-a desaparecer. Maya se aproximou, preocupada. — Quem era ela, Lorenzo? E quem era o rapaz com ela? Eles não estão em nenhum dos nossos registros de elite. — Eu não sei — respondi, olhando para a minha mão, que ainda formigava onde ela tocou. — Mas ela não é apenas uma investidora. Há sangue nas mãos daquela mulher, Maya. E uma inteligência que me preocupa. — O que vamos fazer com o terreno? — Lucas perguntou. — Começamos a obra amanhã. Quero a base pronta em tempo recorde. Se Vittoria e aquele irmão dela são quem eu penso que são, vamos precisar de cada centímetro dessa fortaleza. Eu ainda não sabia que eles eram os herdeiros de Enzo Vitale. Eu não sabia que a ordem do meu Conselho estava prestes a colidir com o caos da máfia. Mas de uma coisa eu tinha certeza: a arquitetura da minha vida acabava de ganhar uma curva que eu não pretendia endireitar.

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