Olá!
Meu nome é Nicoly e tenho 19 anos.
A escrita faz parte da minha vida desde os meus 12 anos. Nessa idade passei a descobrir minha paixão por livros, e vi que a leitura não era um passatempo chato como eu imaginava. Mergulhei de cabeça em livros de romance, aventura, fantasia, e até fiquei viciada em fanfics.
Inclusive foi com as fanfics que desejei dar o meu primeiro passo como escritora. Sempre achei que escrever livros era uma conquista distante e inatingível para mim, por que em minha cabeça um(a) escritor(a) era alguém mais velho, com dom natural, e muito disciplinado(a), o que na época não era meu caso. Mas quando descobri as fanfics, e como pessoas comuns, como eu, se aventuravam na criação histórias sem compromisso, foi quando pensei “então eu também posso fazer!”.
Confesso que meus primeiros textos, e eventuais histórias, eram horrorosos. Eu não tinha personalidade, copiava ideias de outras pessoas, a imaturidade era bem notável, além de que meus livros eram superficiais. Foi uma evolução árdua, em que eu precisei melhorar em muitos requisitos.
Mas hoje tenho muito orgulho de minha escrita, e vejo que nós duas evoluímos de uma forma extraordinária. Conquistei minha essência e meu jeitinho próprio de escrever. Mesmo que ainda existam aspectos que precisam melhorar, sei que minha atual versão é bem melhor que a de 7-8 anos atrás.
Espero que todo o tempo dedicado de alguém para ler meus livros valha cada segundo. Desejo de verdade que minhas histórias tenham muito para motivar, ensinar, consolar e também inspirar. Por que assim como o ato de escrever me transformou, quero que minha escrita transforme você!
Atenciosamente,
Nicoly Rocha.
Giuliana Bonatti tem 25 anos e mora em Cagliari, na Itália. Após se formar no ensino médio, decidiu seguir os passos de sua mãe e assumir junto dela o trabalho na confeitaria herdada de seus antepassados.
Após sete anos desde o estabelecimento em todo o planeta de um regime padronizado, que iria promover a paz mundial, a população se vê presa a um contexto oposto a “paz”, onde um governo autoritário e limitante, que por meio da discriminação, estabelece normas e obrigações ditatoriais.
Em meio ao caos da corrupção moral que se estende sobre toda a humanidade, Giuliana e sua família buscam sobreviver dia após dia, sendo altamente prejudicadas pelo nova política regente.
Quando a jovem italiana começa a se sentir no fundo do poço, um encontro extraordinário com um ser majestoso, e nada humano, levanta em seu coração questionamentos sobre tudo o que já viveu e acreditou, chamando-a para um propósito nunca antes vivido por alguém.
Em abril de 1982 sete bebês foram deixados na porta de um orfanato, localizado em uma cidade interiorana chamada Mandain. Doutora Anna, pediatra e diretora do orfanato, viu o acontecimento como um sinal de que aquelas vidas, batizadas de “bebês de abril”, deveriam permanecer juntas a todo custo.
Adotados posteriormente pela simpática Edivirges, eles foram privilegiados em poder crescer dentro de um lar estruturado e receber, constantemente, muito amor. Para comemorar o aniversário de 18 anos, os sete irmãos optaram por um churrasco na fazenda em que moram, esperançosos de que esse dia fosse marcado por muita alegria.
Entretanto, a trágica história da família começa quando Rafael, um dos sete, desaparece naquele dia. A justiça não parece estar a favor dos irmãos de Rafael, e as ruas de Mandain, antes tranquilas, agora estão repletas de terror.”