História por Jana Santos
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Jana Santos

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Meu irmão mais velho
Atualizado em Nov 29, 2025, 22:55
8 hrs da manhã acordo com o despertador indicado que estou atrasada, levanto da cama no pulo e vejo meus pais passado pelo corredor me dizendo que não podem esperar se não meu querido irmao vai perder o vôo, corro ao banheiro e antes de fazes minhas higienes me olho no espelho tenho os cabelos lisos cor castanho, meus olhos são um cinza escuro, sou magra e mediana nem alta e nem baixa, tenho 18 anos e ainda estou no ensino médio, termino meu banho e desço meus pais já estão prontos e meu irmão com a chave na mão me observava da cozinha, estava com um vestido azul e sapatilhas preta e olhava para meu irmão não desviando meu olhar e me recordei de tudo que havíamos passado juntos, como eu iria sentir saudade de tudo aquilo e que deus me perdoei por achar aquilo tão certo. Meu irmão e alto e forte, tem o corpo de um atleta, os olhos verdes da minha mãe e um sorriso de tirar o fôlego de qualquer garota, antigamente eu nem notava esses detalhe mais hoje sou capaz de desejar ele da cabeça aos pés, que deus me perdoe mais eu me apaixonei pelo meu irmão aliás querido irmao.. E uma pena ele ter que partir... Tudo começou nas férias onde meus pais sempre viajavam e nós deixávamos com a governanta Lídia uma senhora dos cabelos grisalhos que sempre nos tratou como se fossemos filhos dela, meu irmão Andam e eu sempre procurávamos algo para nossa distração ele sempre tentava me agradar e fazer tudo para me ver sorrir, fazíamos pipoca e ficávamos vendo tv até tarde, nossa governanta sempre dormia conosco, mais nesse dia ela recebeu uma notícia muito desagradável e teve que sair as pressas, ela nos informou que iria ao hospital porque um de seus filhos estava em uma situação lamentável . Não pedimos detalhes, ela disse que iria fincar por lá e só iria voltar depois que ele estivesse melhor, combinamos que não seria necessário avisar aos nossos pais já que eu fincaria sobe a responsabilidade do meu irmão mais velho que tinha 19 anos, Quando ela se foi olhamos um para o outro, - E agora? Quer dizer eu jamais fiquei sob sua responsabilidade ele apenas riu - Relaxa lis você só terá que obedecer só isso então meu corpo paralisou e tentei na minha mente imaginar o que seria para o meu irmão " ser obediente " enquanto eu formulava tudo aquilo que ele havia dito ele se jogava no sofá e puxava pela cintura para fincar ao seu lado - Então vamos voltar a assistir nosso filminho? Apenas confirmei com a cabeça e ele me deu um beijo nas bochecha, e voltamos a assistir até adormecer nos braços do meu irmão. Acordei meio sonolenta quando abri os olhos e vi uns olhos verdes olhado fixamente para mim, comecei a piscar duas vezes para ter certeza de que aquilo não era um sonho, quando senti sua boca tocar a minha com aquele hálito de menta que me deixou inebriada, passei as minhas mão por seus ombros e depois sua nuca e puxei mais para mim, quando sua língua pediu passagem para a minha boca, em um encaixe perfeitos nossas línguas se encontraram e eu não queria mais parar de beija-lo
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a melhor parte de mim
Atualizado em Nov 22, 2025, 14:07
Me chamava Alice tinha uma vida muito aconchegante em Rio Grande do sul até meu pai nos receber com a notícia de que teríamos que morar perto dos meus avós na grande São Paulo. Mal sabia eu que tudo mudaria na minha vida. ....Me deliciava com meu café da manhã enquanto papai lia o jornal e mamãe sentava ao seu lado pegando sua torrada e comendo o último pedaço que sobrará do meu pai sem que ele percebesse. Enquanto que eu conversava calorosamente com minha melhor amiga Gabriela sobre o que eu iria vestir no baile. Bom como todos já devem ter imagino eu não sou muito diferente das outras garotas, tenho 1,65 cabelos loiros, olhos azuis. E era meu penúltimo ano na escola e eu estava animada, com 17 anos você não pensa em outra coisa a não ser encontrar alguém que dance com você a noite inteira. Me despedi de meus pais e fui até a garagem onde peguei uma estrada Ford que meu pai havia me dado com os meus 16 anos, não era tão nova mais eu conseguia chegar na escola sem me atrasar. Entrei na sala e me apressei em sentar no meu lugar, minha professora era super rigorosa e não gostava de atrasos. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Eduardo meu namorado desde o primeiro semestre. A aula começou e ao mal prestava atenção afinal a minha cabeça só pensava no vestido em que eu iria usar, só quando minha professora chamou meu nome em alto em bom som pude perceber que todos me olhavam, me esquivei e olhei com atenção para a professora que com um sorriso malicioso voltou a dar o assunto... No fim da aula fui para a sala de economia e lá vi Gabriela e Eduardo conversarem e rirem de algo que eu não conseguia ouvir, quando me aproximei os dois olharam para mim e mudaram logo de assunto. Eduardo pegou minha mãos e me puxou para perto dele, quando já estava me segurando pela cintura selou nossos lábios me fazendo corar. Peguei em seu rosto e sorri então me virei para falar com Gabriela que parecia desconfortável com aquela situação. Comecei a falar sobre o baile para descontrair enquanto Eduardo me abraçava por trás. Gabriela por sua vez olhava para mim e sorria de modo vergonhoso. O professor chegou na sala já com seu avental é pedido que fizéssemos em dupla uma receita, sorri para Gabriela e ela retribuiu o sorriso já tínhamos em mente o que cozinhar. Começamos a fazer um muse de morango, mais fui interrompida pelo meu celular que vibrava freneticamente no meu bolso. Pedi licença do professor e atendi a ligação de mamãe - Oi filha. - sua voz estava grave - Mãe ? O que houve, algo aconteceu ? - Seu Pai e eu temos algo para lhe contar, por favor venha para a casa assim que sair. - a voz dela não era a dais melhores- Ok, mais não pode me dizer do que se trata ? - engoli em seco, minha garganta parecia seca. - Venha para a casa, não é algo que posso te contar por telefone Alice. - suspirei e então desliguei o celular, minha cabeça começou a doer e então não consegui me concentrar em nada a não ser no que eles queriam contar, seria uma doença ? Algo grave ? Mil coisas se passaram pela minha mente e eu não conseguia imaginar o que seria tão importante que mamãe não poderia me contar pelo celular. Entrei na sala desnorteada pedi para o professor que me liberasse e Gabriela sem saber o porque me olhava incrédula. - Ali o que aconteceu ? Tem certeza que consegue dirigir? - Tenho sim, gabi não se preocupa estou bem, mais tarde te conto tudo. Ah só mais uma coisa, leva o Eduardo para casa ele sempre pega uma carona comigo ok ? - Claro, seu pedido é uma ordem. Se cuidaSai da sala enquanto todos me olhavam, dirigi em alta velocidade eu queria chegar o mais rápido possível em casa. E queria saber o que afligia meus pais, eles teriam que me dar alguma resposta. Estacionei o carro e imediatamente ouvi vozes que vinham da cozinha, fui em direção às vozes quando peguei de surpresa meus pais que imediatamente olharam para mim. Mamãe venho até mim e abraçou me trazendo para perto de meu pai. - Então o que vocês tanto queriam conversar comigo ? - minha voz quase não saiu na última palavra. Papai me olhou e pediu que eu sentasse - Nós vamos nos mudar em uma semana para perto de sua avó, penso que nos apoie e que não fique chateada comigo e nem com sua mãe. Consegui uma proposta de emprego melhor em São Paulo e lá você poderá terminar seus estudos. - mamãe colocou as mãos em minhas costas, enquanto que eu não conseguia digerir tudo aquilo, como eles podiam fazer isso comigo. - Quando vocês tomaram essa decisão? Vamos morar em outro estado, lá não tenho amigos, não conheço ninguém é aqui é o lugar onde cresci. Vocês não podiam ter tomado essa decisão sem perguntar o que eu achava. - papai pegou em minha mão e apertou - Lá você terá a mim e a sua mãe e o bem mais precioso que é sua família. - puxei minha mão e olhei para mamãe chorosa - Vocês têm ideia do que estão fazendo? Estão acabando com a minha vida que eu tenho aqui. - sai da cozinha com os olhos vermelhos e as lágrimas caindo do meu rosto e subi
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O conto de liz
Atualizado em Feb 3, 2024, 21:24
Ele era totalmente proibindo para mim, era alguém que eu jamais pensaria em me apaixonar e muito menos ter algo que levasse até onde nós levou principalmente com a diferença de idade, eu nunca quis tanto alguém
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O meu próprio veneno
Atualizado em Dec 27, 2022, 13:53
Eu tinha 29 anos quando me peguei apaixonada por um cara que só pensava em si mesmo, não tinha nada em comum comigo e ainda era 10 anos mais novo. Como podia eu estar me sentido assim, eu sentia o frio n barriga quando ele estava por perto, até o toque dele me deixava anestesiada, e ao mesmo tempo nervosa. 2 de março, lá estava eu sentada na beirada da minha cama, pensado na minha vida, eu estava cansada de me envolver com caras safados, casados ou mega malucos. Eu tinha acabado de completar 29 anos e não tinha feito nada da vida, a não ser o meu emprego, uma simples jornalista, amava o que fazia e me deixava mais feliz em saber que eu gostava daquilo e poucas pessoas tinham esse privilégio. Eu sempre me sentia fria, e nada jamais me abalava a não ser o fato de ser uma solteirona. Me vesti para ir às compras, eu estava exausta, estava com uma pequena ressaca, minha cabeça latejava entrei na loja e uma moça começou a me levar na sessão de criança, fiz uma careta e sorrir para ela, expliquei que não tinha filho e nem marido, estava atrás de um presente para meus pais, para o casamento de 50 anos juntos. Eu estava passado em uma prateleira e avistei um lindo conjunto de quadro, e parei ali para olhar e pensei que talvez meus pais iriam gostar, afinal aquilo iria ser algo autêntico. Estava com decorações para o meu quarto quando esbarrei em um cara, minhas compras caíram no chão fazendo todos olharem para mim, corei enquanto tentava pegar as coisas, o cara deveria ter 2 metros de altura, os olhos claros e ele me ajudou com as coisas, eu fiquei encarado aquele rapaz, então ele olhou para mim e sorriu. - me desculpe moça ( num tom claro ) Sorri e peguei as coisas, e fui para o caixa, olhei para trás e meus olhos foi de encontro ao dele, então me virei de volta, peguei as compras e fui até o carro, eu estava em êxtase com aquele garoto. Eu nunca tinha me sentindo assim, sempre tinha o controle da situação, era como se eu voltasse a ser uma adolescente de novo. Voltado para casa, comecei a fazer as malas, peguei um vinho e comecei a tomar, eu não parava de pensar naquele menino, no quanto eu queria ele tocado em mim, e eu queria sentir os lábios dele no meu, meu Deus eu nunca quis tanto alguém, e eu só o vi uma vez . Me deitei na cama e coloquei o celular para despertar. -//- Chegado na casa dos meus pais, minha Mae me recebeu com um abraço e as lágrimas começaram a cair, já meu pai me olhou e voltou a olhar tv, como sempre frio. Fui direto para o meu quarto, as coisas estavam tudo no seu devido lugar, minhas coisas, abri a minha gaveta la ainda estava meu diário, como era tudo tão fácil . Estávamos comendo enquanto papai me olhava pelo canto do óculos, eu percebi que ele queria perguntar algo mais não sabia como. Então olhei bem nos olhos, - então pai, sinto que você quer perguntar algo? - queria saber se você já conheceu Alguem, ou pretender ter uma família quando para me dar alguns netos ! Meu estômago de revirou e eu me levantei da mesa, não queria discuti sobre o assunto é muito menos passar o fim de semana discutido com meu pai. Fui para a varada e tirei um cigarro do bolso, estava frio e eu só queria fumar, enquanto tentei acender meu cigarro, eu vi um garoto de costas passeado com um cachorro, era o mesmo que vi na loja, seus olhos passaram pelos meus e ele sorriu e veio até mim. - parece que nós encontramos de novo. - bom parece que você está me seguindo, falei sorrido - eu poderia te chamar para me acompanhar, mais acho que você não iria gostar de passear com um cachorro - quem sabe na próxima, eu tenho que voltar, aparentemente ainda tenho que terminar de desfazer as malas - vai ficar quanto tempo ? - bom, só esse fim de semana. Voltei para a casa, mamãe estava na cozinha e papai ainda na mesa, então resolvi subi eu não queria falar sobre aquele assunto. Me deitei na cama e então comecei a pensar naquele garoto, eu não sabia como lidar com ele, nem oque falar, eu só queria entender qual era a dele. Minhas mãos passaram meu clítoris e começaram minhas mãos em um vai e vem, eu só queria o corpo dele no meu e a voz dele chamado meu nome no meu ouvido, suas mãos no meu corpo, sentido sua respiração. Cheguei no meu ao meu ápice minhas pernas tremiam e eu só queria ele. Me vesti para ir para o mercado, coloquei um moletom é uma calça jeans, fui saindo quando vi ele passado de blusa e short e seus músculos estavam a mostra, ele era mais branco que uma nuvem, mordi o lábio para admirar tudo aquilo, ele sorriu para mim e veio em minha direção. - então parece que a gente sempre se encontra - claro parece que somos vizinhos - então você está ido pra onde? - bom, eu tô ido ao mercado e você? - estava ido fazer uma caminhada quando avistei minha amiga vizinha e resolvi fazer companhia para ela. Estávamos carro e enquanto dirigia sentir seu olhar no meu moletom, meus seios estavam com os faróis acesos, mordi o lábio e ele passou às mãos na minha perna e foi em direção a minha parte íntima me deixado sem ar.
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Meu irmão mais velho segunda parte
Atualizado em Dec 17, 2022, 21:23
Estacionando o carro na garagem da casa de Bruno, dei de cara com Bruno saindo com uma pasta é uma mochila nas costas com um rayban é uma blusa larga preta é uma calça jeans, observei a sua afeição e a sua barba que ele havia deixado crescer. Bruno sentou no banco do passageiro e me puxou para o seu colo, seu olhar foi de encontro ao meu, puxei seus cabelos e seus lábios tocaram os meus, nós tínhamos uma sincronia perfeita, Bruno levantou minha blusa e começou a tocar nos meus seios por cima do sutiã, minhas pernas terminam e a excitação só aumentava, desci o banco para que Bruno pudesse deitar então comecei a tirar minha blusa e depois tirei a blusa dele quando escutei uma voz feminina nos chamar, provavelmente sua mãe, então Sai de seu colo e ambos se vestimos mais depressa possível, saímos do carro e ela chamou Bruno para dentro da casa, fiquei ali imaginado mil coisas. Bruno saiu novamente com uma cara de poucos amigos e eu imaginei que seria por minha causa - você tá bem ? Retruquei Bruno enquanto ele sentava no banco do motorista, Ele me olhou dos pés à cabeça - eu estou ótimo, vou resolver alguns assuntos e mais tarde te pego para irmos para o aeroporto, pode ser ? - sem problemas . Cheguei em casa e não havia ninguém nem mesmo mamãe, achei muito estranho já que eles estavam entusiasmados com o neto que estava prestes a chegar. Subi até meu quarto e arrumei minhas coisas, coloquei todas as minhas blusas de frio, eu estava tão ansiosa e ao mesmo tempo tinha medo, medo de não dar certo, de Bruno conhecer outras pessoas e me deixar de lado. Peguei minha toalha e fui direto ao banheiro, a água estava tão fria que fiquei com frio, me vestir e penteei meus cabelos sentada em frente ao espelho, coloquei uma roupa e então resolvi descer. Abrir a porta e engoli em seco quando vi Adam, então me afastei, ele olhou aos redores e viu minha mala então voltou a me olhar, seu olhar foi de encontro ao meu - onde você pensa que vai?! Adam pegou em meu braço e apertou, eu nunca tinha visto ele assim, ele estava diferente Puxei meu braço e ele não o soltava - você é meu dono por acaso ? Eu não sou mais uma criança e pra sua informação nossos pais já sabem ! Seu braços me puxaram para mais perto, mais eu recuei e ele se sentou em minha cama - eu não queria que fosse assim, lis eu te amo Uma vontade de chorar percorreu em mim, não deixei transparecer nenhum sentimento e ele me olhou incrédulo - eu também não queria que fosse assim, mais de agora em diante quero que se comporte como meu irmão, farei o mesmo, entenda Adam que não podemos fincar juntos nem agora é nem nunca Sai do meu quarto e não olhei mais para trás, descendo as escadas cruzei com Rafaela, que me olhava sarcasticamente, Rafaela puxou meu braço e soltou seu veneno - ele te pediu pra fincar não foi? Ele jamais vai poder fincar com você, ele vai ter um filho agora, você quer mesmo tirar isso de uma criança ? Olhei para sua barriga, então ela soltou meu braço e tive que sentar na sala e fingir que nada havia acontecido até a hora de Bruno me salvar. Conversado com papai eu o confortava sobre a viagem, enquanto mamãe conversava com Adam na cozinha, ouvi uma buzina já reconhecia de quem era, então fui até a porta e corri para abraçá-lo, quando nós viramos Adam estava em pé na porta, respirei fundo e fomos andando até Adam, Bruno pegou no braço de Adam e sutilmente o fez sair da nossa frente - eu gostaria de me despedir da minha segunda família. Adam o olhou já com as mãos serradas, Bruno passou por ele e eu apenas ri daquela situação ... Chegamos no aeroporto, por volta das 8hrs da noite, mamãe estava aos pratos, chorando enquanto me abraçava, meu pai apenas conversava com Bruno, enquanto Adam estava sentada nos bancos com sua namorada, quando mamãe finalmente me soltou papai pegou em minhas mãos e me abraçou e disse que sentiria muita falta é que não era para esquecer de mandar fotos e cartas, Adam se aproximou e me puxou de papai, ele me abraçou durante meia hora, intensamente e eu quis aquele abraço tanto quanto ele queria, Bruno olhou para mim incrédulo - o voo já vai sair, temos que ir Adam me soltou mais ainda continuou segurado minhas mãos, quando Bruno puxou meus braços então não olhei para trás, enquanto Bruno sorria para mim, então peguei em sua mão e fomos em direção ao avião.
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