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a melhor parte de mim

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Sinopse

Me chamava Alice tinha uma vida muito aconchegante em Rio Grande do sul até meu pai nos receber com a notícia de que teríamos que morar perto dos meus avós na grande São Paulo. m*l sabia eu que tudo mudaria na minha vida. ....Me deliciava com meu café da manhã enquanto papai lia o jornal e mamãe sentava ao seu lado pegando sua torrada e comendo o último pedaço que sobrará do meu pai sem que ele percebesse. Enquanto que eu conversava calorosamente com minha melhor amiga Gabriela sobre o que eu iria vestir no baile. Bom como todos já devem ter imagino eu não sou muito diferente das outras garotas, tenho 1,65 cabelos loiros, olhos azuis. E era meu penúltimo ano na escola e eu estava animada, com 17 anos você não pensa em outra coisa a não ser encontrar alguém que dance com você a noite inteira. Me despedi de meus pais e fui até a garagem onde peguei uma estrada Ford que meu pai havia me dado com os meus 16 anos, não era tão nova mais eu conseguia chegar na escola sem me atrasar. Entrei na sala e me apressei em sentar no meu lugar, minha professora era super rigorosa e não gostava de atrasos. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Eduardo meu namorado desde o primeiro semestre. A aula começou e ao m*l prestava atenção afinal a minha cabeça só pensava no vestido em que eu iria usar, só quando minha professora chamou meu nome em alto em bom som pude perceber que todos me olhavam, me esquivei e olhei com atenção para a professora que com um sorriso malicioso voltou a dar o assunto... No fim da aula fui para a sala de economia e lá vi Gabriela e Eduardo conversarem e rirem de algo que eu não conseguia ouvir, quando me aproximei os dois olharam para mim e mudaram logo de assunto. Eduardo pegou minha mãos e me puxou para perto dele, quando já estava me segurando pela cintura selou nossos lábios me fazendo corar. Peguei em seu rosto e sorri então me virei para falar com Gabriela que parecia desconfortável com aquela situação. Comecei a falar sobre o baile para descontrair enquanto Eduardo me abraçava por trás. Gabriela por sua vez olhava para mim e sorria de modo vergonhoso. O professor chegou na sala já com seu avental é pedido que fizéssemos em dupla uma receita, sorri para Gabriela e ela retribuiu o sorriso já tínhamos em mente o que cozinhar. Começamos a fazer um muse de morango, mais fui interrompida pelo meu celular que vibrava freneticamente no meu bolso. Pedi licença do professor e atendi a ligação de mamãe - Oi filha. - sua voz estava grave - Mãe ? O que houve, algo aconteceu ? - Seu Pai e eu temos algo para lhe contar, por favor venha para a casa assim que sair. - a voz dela não era a dais melhores- Ok, mais n******e me dizer do que se trata ? - engoli em seco, minha garganta parecia seca. - Venha para a casa, não é algo que posso te contar por telefone Alice. - suspirei e então desliguei o celular, minha cabeça começou a doer e então não consegui me concentrar em nada a não ser no que eles queriam contar, seria uma doença ? Algo grave ? Mil coisas se passaram pela minha mente e eu não conseguia imaginar o que seria tão importante que mamãe não poderia me contar pelo celular. Entrei na sala desnorteada pedi para o professor que me liberasse e Gabriela sem saber o porque me olhava incrédula. - Ali o que aconteceu ? Tem certeza que consegue dirigir? - Tenho sim, gabi não se preocupa estou bem, mais tarde te conto tudo. Ah só mais uma coisa, leva o Eduardo para casa ele sempre pega uma carona comigo ok ? - Claro, seu pedido é uma ordem. Se cuidaSai da sala enquanto todos me olhavam, dirigi em alta velocidade eu queria chegar o mais rápido possível em casa. E queria saber o que afligia meus pais, eles teriam que me dar alguma resposta. Estacionei o carro e imediatamente ouvi vozes que vinham da cozinha, fui em direção às vozes quando peguei de surpresa meus pais que imediatamente olharam para mim. Mamãe venho até mim e abraçou me trazendo para perto de meu pai. - Então o que vocês tanto queriam conversar comigo ? - minha voz quase não saiu na última palavra. Papai me olhou e pediu que eu sentasse - Nós vamos nos mudar em uma semana para perto de sua avó, penso que nos apoie e que não fique chateada comigo e nem com sua mãe. Consegui uma proposta de emprego melhor em São Paulo e lá você poderá terminar seus estudos. - mamãe colocou as mãos em minhas costas, enquanto que eu não conseguia digerir tudo aquilo, como eles podiam fazer isso comigo. - Quando vocês tomaram essa decisão? Vamos morar em outro estado, lá não tenho amigos, não conheço ninguém é aqui é o lugar onde cresci. Vocês não podiam ter tomado essa decisão sem perguntar o que eu achava. - papai pegou em minha mão e apertou - Lá você terá a mim e a sua mãe e o bem mais precioso que é sua família. - puxei minha mão e olhei para mamãe chorosa - Vocês têm ideia do que estão fazendo? Estão acabando com a minha vida que eu tenho aqui. - sai da cozinha com os olhos vermelhos e as lágrimas caindo do meu rosto e subi

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Em um dia
Me chamava Alice tinha uma vida muito aconchegante em Rio Grande do sul até meu pai nos receber com a notícia de que teríamos que morar perto dos meus avós na grande São Paulo. m*l sabia eu que tudo mudaria na minha vida. .... Me deliciava com meu café da manhã enquanto papai lia o jornal e mamãe sentava ao seu lado pegando sua torrada e comendo o último pedaço que sobrará do meu pai sem que ele percebesse. Enquanto que eu conversava calorosamente com minha melhor amiga Gabriela sobre o que eu iria vestir no baile. Bom como todos já devem ter imagino eu não sou muito diferente das outras garotas, tenho 1,65 cabelos loiros, olhos azuis. E era meu penúltimo ano na escola e eu estava animada, com 17 anos você não pensa em outra coisa a não ser encontrar alguém que dance com você a noite inteira. Me despedi de meus pais e fui até a garagem onde peguei uma estrada Ford que meu pai havia me dado com os meus 16 anos, não era tão nova mais eu conseguia chegar na escola sem me atrasar. Entrei na sala e me apressei em sentar no meu lugar, minha professora era super rigorosa e não gostava de atrasos. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Eduardo meu namorado desde o primeiro semestre. A aula começou e ao m*l prestava atenção afinal a minha cabeça só pensava no vestido em que eu iria usar, só quando minha professora chamou meu nome em alto em bom som pude perceber que todos me olhavam, me esquivei e olhei com atenção para a professora que com um sorriso malicioso voltou a dar o assunto... No fim da aula fui para a sala de economia e lá vi Gabriela e Eduardo conversarem e rirem de algo que eu não conseguia ouvir, quando me aproximei os dois olharam para mim e mudaram logo de assunto. Eduardo pegou minha mãos e me puxou para perto dele, quando já estava me segurando pela cintura selou nossos lábios me fazendo corar. Peguei em seu rosto e sorri então me virei para falar com Gabriela que parecia desconfortável com aquela situação. Comecei a falar sobre o baile para descontrair enquanto Eduardo me abraçava por trás. Gabriela por sua vez olhava para mim e sorria de modo vergonhoso. O professor chegou na sala já com seu avental é pedido que fizéssemos em dupla uma receita, sorri para Gabriela e ela retribuiu o sorriso já tínhamos em mente o que cozinhar. Começamos a fazer um muse de morango, mais fui interrompida pelo meu celular que vibrava freneticamente no meu bolso. Pedi licença do professor e atendi a ligação de mamãe - Oi filha. - sua voz estava grave - Mãe ? O que houve, algo aconteceu ? - Seu Pai e eu temos algo para lhe contar, por favor venha para a casa assim que sair. - a voz dela não era a dais melhores - Ok, mais n******e me dizer do que se trata ? - engoli em seco, minha garganta parecia seca. - Venha para a casa, não é algo que posso te contar por telefone Alice. - suspirei e então desliguei o celular, minha cabeça começou a doer e então não consegui me concentrar em nada a não ser no que eles queriam contar, seria uma doença ? Algo grave ? Mil coisas se passaram pela minha mente e eu não conseguia imaginar o que seria tão importante que mamãe não poderia me contar pelo celular. Entrei na sala desnorteada pedi para o professor que me liberasse e Gabriela sem saber o porque me olhava incrédula. - Ali o que aconteceu ? Tem certeza que consegue dirigir? - Tenho sim, gabi não se preocupa estou bem, mais tarde te conto tudo. Ah só mais uma coisa, leva o Eduardo para casa ele sempre pega uma carona comigo ok ? - Claro, seu pedido é uma ordem. Se cuida  Sai da sala enquanto todos me olhavam, dirigi em alta velocidade eu queria chegar o mais rápido possível em casa. E queria saber o que afligia meus pais, eles teriam que me dar alguma resposta. Estacionei o carro e imediatamente ouvi vozes que vinham da cozinha, fui em direção às vozes quando peguei de surpresa meus pais que imediatamente olharam para mim. Mamãe venho até mim e abraçou me trazendo para perto de meu pai. - Então o que vocês tanto queriam conversar comigo ? - minha voz quase não saiu na última palavra. Papai me olhou e pediu que eu sentasse - Nós vamos nos mudar em uma semana para perto de sua avó, penso que nos apoie e que não fique chateada comigo e nem com sua mãe. Consegui uma proposta de emprego melhor em São Paulo e lá você poderá terminar seus estudos. - mamãe colocou as mãos em minhas costas, enquanto que eu não conseguia digerir tudo aquilo, como eles podiam fazer isso comigo. - Quando vocês tomaram essa decisão? Vamos morar em outro estado, lá não tenho amigos, não conheço ninguém é aqui é o lugar onde cresci. Vocês não podiam ter tomado essa decisão sem perguntar o que eu achava. - papai pegou em minha mão e apertou - Lá você terá a mim e a sua mãe e o bem mais precioso que é sua família. - puxei minha mão e olhei para mamãe chorosa - Vocês têm ideia do que estão fazendo? Estão acabando com a minha vida que eu tenho aqui. - sai da cozinha com os olhos vermelhos e as lágrimas caindo do meu rosto e subi até meu quarto, eu só queria esquecer tudo aquilo. Peguei meu celular e desliguei, fechei os olhos e o sono foi mais forte que a minha dor. Acordei já era de manhã e meu humor não era o dos melhores. Afinal eu teria que me acostumar com a ideia de ter que deixar tudo e todos. Não fazia mais sentido ir ao baile, meu entusiasmo se fora junto com o sonho de dançar meu namorado até meus pés doerem de tanto dançar, me vestir e peguei a chave e não tomei café. Não queria conversar com meus pais, não depois deles terem tomado uma decisão sabendo que me afetaria. Tomei café na escola, peguei um suco e um pão quente. Olhei ao meu redor e aquelas pessoas eu nunca tinha visto afinal nunca tinha tomado café na escola, não porque eu não gostava e sim pelo fato de mamãe prepara-li toda manhã. Tomei meu suco e dei uma mordida no meu pão enquanto eu ligava meu celular que eu havia deixando desligando. Gabriela precisava de uma explicação é com toda certeza Eduardo também. Peguei minha mochila e fui para sala quando olhei para a tela do meu celular e havia várias mensagens e telefonemas de Gabi. Andava em passos rápidos quando avistei Eduardo escorado na parede da minha sala de braços cruzados. Sorri para ele, enquanto ele se aproximava - Então o que houve ? Porque ontem saiu com tanta pressa? - suspirei e engoli o fôlego meu coração desabou - Eu preciso te contar algo, mais você precisa fincar calmo e prometer que vai me apoiar, ok ? - Eduardo me olhou incrédulo abriu a boca para dizer algo mais não saiu - Eu prometo, mais Ali me conte de uma vez. - Vou me mudar daqui a uma semana, e meus pais me avisaram ontem. E sinceramente não estou nem um pouco contente. - as lágrimas caíram e eu desabei, abracei Eduardo e quando abri meus olhos Gabi estava atrás dele. - Gabi.. me desculpe...eu não queria que você soubesse por telefone... Eu vou sentir saudades. - Gabi me abraçou e Eduardo abraçou nós duas e ficamos em silêncio e as lágrimas só aumentavam enquanto minha voz não saia absolutamente nada. Sábado nublado e eu tinha que arrumar minhas coisas para ir para um lugar no qual era desconhecido para mim. Olhei pela última vez na minha janela e vi a chuva cair enquanto as árvores balançavam. Era como eu me sentia naquele momento, totalmente no escuro e aquele tempo estava perfeito para o que eu sentia naquele momento. Enquanto meus amigos se arrumavam para o baile, eu me arrumava para partir. Puxei minha mala já com todos os meus pertences e me sentei no sofá, meus pais ainda estavam se arrumado. Peguei meu celular e havia uma mensagem de Gabriele me prometendo que não deixaria de escrever e que nas ferias iria me visitar, mais de Eduardo não havia nenhuma. Eu sabia que ele não iria aceitar mais que pelo menos iria me ligar. Ouvi o som de batidas na porta, quando abri a porta me deparei com Eduardo vestido a caráter, ele pegou na minha mão e me puxou para fora - Você achou mesmo que eu não iria cobrar minha última dança. - minha garganta fechou e eu conseguir abra-lo Eduardo me puxou pela cintura me fazendo fincar colando os nossos corpos. Olhei nos seus olhos e então quebrei o clima - Com que música vamos dançar ? - Eduardo sorriu e piscou - Podemos inventar uma. - então ele começou a cantarolar uma música na qual eu ainda não havia escutado.

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