Demetrius respirou fundo. Estava tenso, mas com o rosto mais leve. — E quanto custou tudo isso? Marcolino fechou a pasta e olhou para Seraphin. — Todo o dinheiro da maleta que me deram se foi, sabe que não passaria a perna em vocês, até mesmo porque gosto de viver. Seraphin virou-se, pegou outra maleta preta que estava ao lado da cadeira e a entregou nas mãos dele. Dentro, havia muitas notas organizadas, as mulheres nem sabiam quanto dinheiro tinha. — Aqui está. E a promessa de que se um dia precisar… saberá onde nos encontrar. O advogado pegou a maleta com cuidado. — É muito dinheiro... — Agora só precisa esquecer o que fez pra nós. — Vou esquecer. Mas se algum dia precisarem de mim de novo... será um prazer trabalhar para vocês. Com isso, vou conseguir quitar todas as dívidas e

