Segura

1198 Palavras

Na casa dos irmãos, Cora dormia profundamente, enroscada no cobertor leve, quando foi despertada pela voz rouca e baixa de Seraphin, que sussurrava bem perto de seu ouvido: — Acorde, Cora... venha abrir as pernas pra mim, venha...tem chuva e quero me esquentar dentro de você. Ela abriu os olhos devagar, ainda sonolenta. Do lado de fora, a chuva fina começava a cair, batendo nas folhas e escorrendo suave pela janela. A luz suave do abajur deixava o ambiente quente, aconchegante. O aquecedor já estava ligado, e a pele de Seraphin exalava aquele calor bom, conhecido, que a chamava sem esforço. — Quero você aqui, bem na frente da janela... já liguei o aquecedor. Ela não disse nada, só o olhou. Depois se levantou, afastou o cobertor e caminhou até ele. Seraphin estava sentado, camisa aberta

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