Betina Ferrarini Estávamos de volta ao Rio, eu com a alma lavada e o coração leve. Minha mãe parecia feliz e finalmente havia encontrado uma companhia que a fazia sorrir. Kaio não era mais uma preocupação, e Sabriny, se seguisse meu conselho, sumiria pela fazenda da sua tia para criar seu bebê. Senti uma paz genuína em perdoá-los; não guardava mais rancor algum. — Acostumei tanto a dormir e acordar com você — disse Rafa, fazendo biquinho. — Confesso que vai ser difícil para mim também dormir sem ter você agarradinho em mim — respondi, abraçando-o. O resto do voo passou em um piscar de olhos, com Rafa e eu nos aconchegando e dormindo até desembarcarmos no Rio. Ao caminharmos pelo aeroporto, avistei o casal 20 esperando por nós: Carol e Miguel. Eles abriram sorrisos largos assim que nos

