Carolina ferrarini Depois de comprar tudo, e chegarmos em casa, Betina foi para seu quarto e eu fui para o meu. Precisava revisar a matéria da prova de manhã, mas só conseguia pensar: "p***a, estou grávida". Ouço batidas na porta e minha mãe aparece com a cabeça por entre a moldura. — Vim te chamar para jantar. — Posso conversar com você rapidinho? — perguntei, a voz vacilante, cheia de insegurança. — Que pergunta boba, filha. Sabe que pode conversar comigo sempre. — Ela sorriu, seu tom suave e acolhedor. Aquilo me acalmava um pouco. — Tenho uma notícia para te dar — falei, nervosa, sentindo meu estômago embrulhar de ansiedade. — Estou grávida. Ela franziu os lábios e então um sorriso doce surgiu em seu rosto, preenchendo seus olhos de felicidade. — Eu já desconfiava. — Como? — perg

