Entre risos e confissões

1795 Palavras

Betina Ferrarini Estava sentada ao lado do Rafa no colchão, tentando prestar atenção no filme, mas a proximidade dele deixava minha mente inquieta. Ele parecia confortável, completamente à vontade, enquanto eu, ainda um pouco hesitante, me esforçava para parecer natural. — Sabe que pode deitar e ficar à vontade, né? — ele disse, virando-se para mim com aquele sorriso travesso que já se tornara tão familiar. — Sei, mas tô de boa aqui sentadinha — respondi, tentando soar casual. Ele riu baixo, negando com a cabeça. — Be, você tá praticamente caindo do colchão. Relaxa, deita. Você sabe que eu não mordo. Pensei que ele fosse parar por aí, mas claro que não. Rafa sempre tinha que ir além. — Mas sabe que, se quiser, faço muito mais do que morder, né? — completou, piscando para mim com um

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