Ciúmes II

1417 Palavras
─ Mhuhm... Bom, o Armando não se importa por você ficar com o Casandro, Luíz, e inclusive com um dos seus melhores amigos, o Daniel. Mas o seu pai sim se importa. Ele é um homem retrogrado, antigo, machista e sobre-protetor. Ele te daria uma lição, baby. Por ser tão p**a, por ficar biscateando a Escola inteira. – Ele toca meu lábio inferior e me olha com um sorriso sarcástico, com um olhar maligno. ─ Claro... Com esses s***s, essa b***a tão linda e a boca tão gostosa... Como é que os pivetinhos do colégio não iam querer f***r a gostosa da minha baby girl, não é? – Assinto. ─ Dad... – Murmuro, fechando os olhos e segurando seu pulso.  ─ Não precisa me dar nenhuma lição, por favor. ─ Ah, não? – ele sussurra, deliciado. ─ E-eu... eu não fico biscateando a escola inteira! Eu... eu só não sei... não sei de qual desses garotos eu gosto ainda, papai... ─ Entendo. Mas você é minha. – Ele afirma, me encarando enquanto sua mão se desliza da minha boca para o meu pescoço, formando um agarre firme o suficiente para que ele sinta minhas veias em seus dedos. ─ Não é? – ele sussurra. Assinto levemente outra vez. ─ Claro que é. – Armin ri sarcástico. ─ Sim... Ao menos quando você me pega de jeito, Daddy. – Sussurro um pouco trêmula, corando de vergonha. ─ Hm... Sabe o que eu to achando? ─ Não, senhor. ─ Acho que você precisa relaxar um pouco. Você fica dando para todo mundo. Você anda nervosa. Eu vou te dar uma massagem. Quem sabe você não se acalma? Mostro a língua para ele outra vez. ─ Vou ignorar esse gesto. Estou amável, você não merece, é verdade. Mas eu quero te dar carinho. “All you need is love.”, já ouviu? Às vezes amor é suficiente para acalmar uma garota rebelde. Ou talvez não. Talvez elas só se acalmem com castigo. ─ Vem aqui. – ele chama, abrindo suas pernas e batendo no colchão com uma mão. – Me sento, apoiando minhas costas em seu peito. Ele afasta as alcinhas da minha camisola, abre um tubo de azeite corporal e deixa algumas gotas caírem no meu ombro. Armin dá uma primeira espalhada com a palma de uma mão. Logo sinto seus dedos pressionando bem naqueles pontos dolorosos onde a gente sente um peso infernal, então começo a suspirar de prazer e a fechar meus olhos, me relaxando toda e curtindo muito. ─ Te amo, neném. – Ele sussurra baixinho no meu ouvido, após ficar uns minutos assim. ─ Você não me ama? – ele pergunta com uma voz mais sombria, franzindo as sobrancelhas com dureza e me encarando. ─ Eu te amo também, dad... – Respondo, para agradá-lo. ─ Hmhm. – Armin murmura, aceitando a frase, mesmo que ela soasse tão falsa. Ele me toca prazerosamente, abrindo as palmas das mãos nos meus ombros, e respirando perto do meu pescoço; o último sendo algo inevitável. ─ Não sou uma pessoa que diz te amo facilmente. – Confesso, saindo do role-play, com certa preocupação na voz. ─ Ah, não? – ele pergunta irônico. ─ Então eu posso parar essa massagem que você parece estar amando tanto, baby. É só pedir. – Seu tom fica cômico. ─ Não!!! – choramingo. ─ Hahaha... – ele dá alguns beijos pela minha orelha e segura a minha cintura, logo pelo meu pescoço. Reviro os olhos e suspiro profundamente enquanto me seguro em suas coxas. ─ Viu só. Você me ama um pouco. – Ele sussurra. ─ Pelo menos... quando eu faço você se sentir bem. Assinto. Ele tem razão. Mas... Ainda assim, talvez nossos conceitos de amor sejam diferentes. Talvez para ele dizer “te amo” seja algo mais vulgar enquanto para mim é uma frase que dizemos para alguém com quem imaginamos estar juntos uma vida inteira. ─ Você... Sempre quis ficar comigo, não é? Escondeu tão bem. ─ Tem certeza que eu escondia tanto? Eu sempre ficava olhando para você quando você voltava suada de correr. Essas calças de malha que você punha deixavam meu p*u duro. Eu queria te lamber toda... Você com o cabelo pregado no rosto e toda agitada e corada. Mmm... ─ Ué... Você nunca me disse. Por quê? ─ O que eu ia fazer? Relar meu p*u em você do nada? Que nem um maníaco? ─ Hm... Você fez isso com a Antónia sem problemas. Por que comigo não? ─ Você é diferente. Não faria isso... Se você não gostasse, eu poderia perder você, não queria te causar repugnância. Eu te considero. Já escondi muita ereção por sua culpa, e para não incomodar você. Já me segurei muito para não te pegar de jeito e te f***r até você desmaiar. Você é uma tortura, gostosa demais para manter a sanidade. ─ Credo... Seu pervertido. – Rio envergonhada. ─ Eu, sei lá... nem me acho tanto assim. ─ Vou ter que te comprar um espelho, não é possível. Você assistia Tom e Jerry? Lembra quando aparecia uma gata desfilando e o Tom ficava aloprado? Esse era eu olhando sua b***a quando você não estava vendo. Ainda bem que você nunca se deu conta. Eu ficava e******o, estou falando sério. E eu não era o único. Você... meu deus... é gostosa demais. – ele começa a dar algumas mordidas pelo meu pescoço, fraquinhas, descontando suas ansiedades na minha pele. ─ Você é doido. Meu corpo é normal. ─ Cala a boca. Você é meu tipo. Adoro tudo em você. Seu corpo todo me excita. ─ Dad, que vergonha... ─ De quê? ─ De ficar pensando que você ficava me olhando todo tarado... eu teria tropeçado de vergonha e caído na sua frente se tivesse visto. ─ Cute. Você é mesmo fofa. Você teria tropeçado e caído de boca? ─ Idiota... ─ Tropeçado e caído sentada? ─ Tropeçado e quebrado os dentes! – os dois rimos levemente. ─ Mhuhm... de todos modos, eu teria ajudado você a se levantar. E falaria assim no seu ouvidinho... Calma, linda. Não precisa ficar atrapalhada... fofinha. Deixa comigo. Deixa que eu resolvo... nenénzinha. ─ Mm... Hahaha. ─ Posso passar azeite nos seus s***s? É só uma massagem. ─ Mhuhm... Sei... ─ Que foi? É agradável, sim ou não? ─ Sim... ─ Se é gostoso então não é r**m. No-kink-shame. Ele espalha mais azeite pelos meus s***s inteiros, deixando-os brilhantes e pegajosos. Armin ladeia a cabeça para me olhar, e começa a esfregar os seus dedos do meio, impregnados, um em cada mamilo, com delicadeza, para cima e pra baixo, com certa velocidade. Gemo enquanto o olho nos olhos, com uma expressão suplicante. ─ Hmm, baby. Você gosta disso, não é? – ele murmura, extasiado. Eu assinto e ele continua. Nossos olhos conectados soltam faíscas. Ele fica muito e******o quando vê no meu rosto expressões de disfrute. Nos beijamos com língua pacientemente. Aos poucos, o beijo ficou mais profundo e intenso, muito prazeroso e molhado. Acompanhando a intensidade do beijo, o movimento dos dedos dele também ficaram mais fortes. Ele afunda a língua na minha boca com sede, me arrancando um suspiro, e puxa um dos m*****s com força, arrancando um gemido fino e abafado. Começo a ficar molhada. ─ Ah... Dad... eu posso sentar no seu p*u? Por favor. – Lhe peço mimosamente, juntando minhas sobrancelhas. ─ Ahm...? Sim, demorou. Eu colocaria o meu p*u em você para sempre, se eu pudesse. – Ele diz arrastadamente. Dou uma risadinha excitada ao mesmo tempo que ele. Abaixo sua bermuda e afasto minha calcinha. O coloco dentro de mim inteiro, lentamente, e volto a pregar minhas costas em seu peito. ─ Posso fazer com que você se dê conta do quanto é linda e gostosa, sempre? ─ Como você vai fazer isso? Me fodendo toda hora? ─ É uma maneira r**m? Talvez eu só tenha aprendido a amar assim. ─ Não, não é r**m. Talvez estejamos viciados em sexo. Estamos respirando forte.  ─ Talvez sejamos ninfomaníacos os dois. Mas se for isso, qual é o problema? Somos feitos um para o outro. ─ Vamos saber equilibrar isso? Ser sérios às vezes? Ou vamos ficar viciados, dependentes um do outro?  Sinto ele agarrar minhas coxas por baixo e levantar minhas pernas abertas.  ─ Baby, só cala a boca. Estamos aqui sozinhos, longe de todos os problemas. Desfruta. Ele dá uma investida funda. Dou um gemido choroso, sem conseguir opor mais nenhuma resistência.   * * *
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