tortura

832 Palavras
— Boa tarde senhores, como posso ajudar? A recepcionista morena questionou. — Peço um copo de whisky e as melhores roupas da nova coleção. Chloe fez seu pedido. — Agora mesmo, senhorita. Coloquei as mãos nos bolsos enquanto admirava sua beleza, Chloe não possuía os olhos azuis dos seus irmãos, entretanto, é tão bela quanto eles, ela é uma perfeição. — Senhor, seu whisky. Uma mulher trouxe uma bandeja com a melhor garrafa que eles tem, copo e gelo. — Desejo um provador privado. Ela nos guiou até o provador privado, eu me sentei na poltrona quando meu telefone tocou, agora não. Não posso perder Chloe de vista. Eu estava sentado no sofá tomando whisky, quando, Chloe saiu do vestuário vestindo apenas um lingerie da cor vermelha, eu quase cuspi o álcool em minha boca com sua ousadia, ela havia se tornado uma mulher tão bonita. Seus cabelos roxos ondulados desafiavam qualquer grau da natureza, eu olhei para seu peito volumoso, seu corpo não era todo malhado mais era lindo demais. Meu p*u sacudiu sob as minhas calças e eu me sentei para me ajustar nela. — Eu vou levar essa lingerie. Ela disse satisfeita, girou seus calcanhares dando uma voltinha s****l, ela me olhou por cima do ombro e piscou para me fazendo meu corpo vibrar por adrenalina. — Senhorita Ross, eu trouxe todos os vestidos da nova coleção. Atendente informa. — Sapatos também. — Agora mesmo senhorita. Quando ela saiu, Chloe alcançou a bainha do sutiã e tirou bem na minha frente, meu queixo caiu, observando sua nudez esse é o meu castigo, eu tinha a certeza que estava fazendo propositadamente, por ela ter encontrado me com Lette. Quando finalmente ela parou de me torturar mentalmente, ela começou a torturar-me financeiramente, quando vi o extrato da conta de tudo que ela levou, eu queria matar alguém, essa não é a pior parte, ela entrou em uma joalharia e comprou brincos, colares, mascotes. Além de ser seu chofer, porque não permitia que ninguém tentasse ajudar-me com as sacolas, ela fez-me andar de cima para baixo o shop todo como um castigo. — Estou pensando, se devo ou não agradecer pelos brindes e cavalerismo. Ela tocou meu palito em seguida sussurrou: — Aproveite o dia com sua vagabunda, é um presente meu. Ela deu dois tapinhas fortes como se fosse ameaça, eu não posso tocar nela, porque ela vai matá-la. Ela caminhou em direção ao seu carro e entrou, sua amiga acenou para me antes de entrar. Eu pensei em seguir ela, entretanto, ela notaria, talvez eu deva colocar alguém no seu pé, entretanto, eu sabia que ela não vai gostar. Só tinha uma única opção que é recorrer ao meu irmão, porque algo me diz que ele sabe exatamente o que ela está fazendo na minha cidade. — Diego, não esperava lhe ver tão cedo. Ele comentou, meu irmão estava com Salvatore, aprendendo alguma coisa no seu laptop, pois há um caderno de anotações ao seu lado. — Eu encontrei Chloe. Fui diretamente ao assunto, ele levantou os olhos para me encarar não surpreso com isso. — No shop, ela estava com sua amiga Emily. Continuei, meu irmão não demonstrou nenhuma emoção, era de se esperar que ele não o fizesse. — Cedo ou mais tarde isso acontecia. Afirmou. — Quero o enderenço dela. Por algum motivo ela está em Nova Iorque, eu quero saber o que ela faz aqui. — Eu não posso te dar Diego, nós prometemos a ela. Chega disso, estou farto da mesma história, Diego isso não, aquilo não. Eu quero o maldito enderenço dela. — p***a, p***a, me fale logo, o que Chloe está fazendo em Nova Iorque? Eu disse exaltado. — Trabalho. Nós viramos o rosto e encontramos minha cunhada parada na porta segurando uma bandeja de lanche do Salvatore. — Chloe está trabalhando. Ela está trabalho em Nova Iorque? Como isso é possível? Porque ninguém não me contou? — Ela estava na cidade o tempo todo e nenhum de vos se dignou em me avisar? — Ela pediu. Disse minha cunhada Fiorelle. Eu suspirei sentando-me na poltrona. — Depois do que aconteceu com sua filha Bailey e o Matteo, eu temo que Ross fique mais rigoroso com a Chloe, Ross te mata se machucar a filha dela. Ninguém controla Chloe, muito menos o pai conseguirá colocar ela na coleira, isso será muito mau para meu irmão, pois, ele perdeu muito dinheiro com o acordo do Matteo, comigo será bem pior. — Esse sim, é um problema, ele é pai coruja, ele não vai nos dar sua filha sem fechar um bom acordo conosco. Afirmo. Não sei o que meu irmão pode oferecer, rotas de fuga ou uma boate no nome do Ross, alguma coisa que seja benéfica para ambos. — Não magoe a filha do Ross por nada neste mundo, ou ela te deixa com outra cicatriz, ou Ross coloca uma bala na sua cabeça. Ou o tio Alessandre se adianta e me mata.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR