provocações

962 Palavras
~~CAPÍTULO 6~~ CHLOE ROSS Eu estava olhando para a cidade através da janela do meu quarto, estava escurecendo e podia desfrutar do deslumbre as luzes enchendo todos os prédios e ruas. Emily estava feliz com as peças de roupas que eu dei a ela e algumas joias que Diego comprou. Ele estava com uma mulher, não queria pensar nisso. Não sou uma pessoa de derramar lagrimas ao invés de agir, entretanto, aquela imagem mexeu comigo, nenhum homem da posição do Diego leva uma mulher para fazer compras. Eu sei disso. Dificilmente papai sai com a mamãe para as compras, as únicas compras que papai participa sem dar um show, é a do natal. Tirando essa, ele faz um drama após o outro, como a mamãe é braço de ferro, ela consegue leva-lo com ele para as compras. — Chloe, o que está pensando? Emily questionou aproximando-se, não quero ser dramática, por isso vou diretamente ao assunto que me incomoda. — Ele estava com aquela mulher. — Isso te incomodou, não é? — Sim, mais do que você imagina. Eu suspirei encarando-a. — Quer que eu mate ele por você? Sorri para ela. — Obrigada, mas, não. Eu tenho uma ideia muito melhor. Peguei meu telefone na minha bolsa e procurei rapidamente o número do tio Marcos, cliquei em ligar. Em apenas dois toques, atendeu. — Algum problema Chloe? Eu quase não ligo para ele, tem razão em preocupar-se com a minha ligação. — Boa noite tio, não, está tudo bem. Digo indo ao meu closet procurar um vestido para esta noite. — Que bom, como posso ajudar? — Quero ir a boate. A linha ficou muda por alguns segundos, claro que está amaldiçoando, entretanto ele não conseguirá me impedir. — Chloe querida... — Se eu quisesse conselhos, ligaria para mamãe. Eu cortei rapidamente seus sermões. — Posso fazer do meu jeito, entretanto, não prometo que não receberá uma ligação por eu ter matado alguém acidentalmente. Emily acenou negativamente para meus sapatos altos, ela veio e escolheu botas, pegou meias calças e um vestido preto brilhante muito, muito curto. — Dá para ver meu útero nisso. — O quê? Tio Marcos questionou confuso. — Nada não, mande mensagem com o enderenço do clube. Eu encerrei a chamada e olhei para Emily. — Esse é o objetivo, deixar Diego com ciúmes. — Você é uma v***a muito má. Nós gargalhamos, pensando assim, ela tem razão, tomamos banho rapidamente, o interfone tocou avisando que nosso jantar chegou. Desci para receber a encomenda em seguida subi para terminar de me maquiar. — Não está tão curto quanto imaginei. Murmurei gostando de ver como ele ficou em mim. Escolhi um casaco vermelho que comprei em Paris, ele é bem quente e confortável. — Você perdeu alguns quilos. Comentou Emily, o telefone apitou, é uma mensagem do tio Marcos com o enderenço da boate. — Trabalho agitado. Respondo, ela entregou-me prato de comida. — Estava pensando em me mudar para cá. Disse Emily surpreendendo-me. — Você comanda os negócios da sua família. Afirmei, seu pai ficaria furioso se Emily abandonar a família para morar comigo. — Eles possuem uma empresa em Nova Iorque, posso trabalhar através dos escritórios daqui. Eu suspirei aliviada, não gostaria de causar intrigas com a sua família. — Se for assim, tudo bem, mas, pense melhor, seu irmão não serve para nada, muito menos para comandar a empresa de Califórnia. — Eu vou treiná-lo. Quero fazer uma turnê pelo mundo. — Eu prometo te acompanhar em algumas delas. Meu trabalho não permite tanta a******a, entretanto, em algumas ocasiões, eu farei de tudo para estar ao seu lado. — Perfeito. Risos. — Termine de comer, hoje vamos nos divertir. Quando terminamos de comer, pegamos nossas coisas e fomos ao estacionamento, Emily alugou um carro, ela é mais organizada que eu, passei meses andando de taxi e ela consegue alugar um carro todas as vezes que está aqui. Chegamos no enderenço que tio Marcos nos enviou, Emily procurou uma vaga livre no estacionamento. Observo como a maioria das mulheres da fila nos dá olhares sujos enquanto passamos por elas. A maioria deles está vestida muito mais esquisita do que nós. Eu suspiro quando ela se aproxima do segurança. — Olá, querida. Posso ajudar? O segurança é um homem enorme que parece morto levantando meias todos os dias. Eu estou esperando que ele nos diga para colocar o r**o na parte de trás da linha. — Somos convidadas do meu tio Marcos Bellucci. O segurança nos encarou em seguida falou pelo interfone alguma coisa que eu não conseguia ouvir, em seguida, apareceu um homem vestido de terno. — Senhorita Chloe Ross, estávamos esperando por vocês. Ele abre a corda e gesticula para dentro. Ouço xingamentos vindos da linha atrás de nós, mas ainda estou pasma com a rapidez com que fomos levados. Uma vez lá dentro, somos parados por um segundo segurança que coloca faixas de pulso ao redor de nossos pulsos. Enquanto passamos por um segundo conjunto de portas, a música lava sobre me enquanto vamos até o bar. — Boa noite, whisky com gelo por favor. Emily pediu. — Martini por favor. Peço. — Desculpa perguntar, senhoritas, tem idade para bebidas fortes? O barmen, questionou encarando-nos. — Eu sou médica, isso responde sua questão? Mostrei a ele minha carteira de trabalho. — Claro, desculpa-me pelos transtornos causados. Eu sorri em resposta. — Senhorita Ross, preparamos área Vip para vocês. O mesmo homem que nos recebeu na entrada informou, o Barmen nos entregou nossos pedidos, lentamente, nós seguimos o subordinado do meu tio até o primeiro andar, o seguimos pelo corredor até uma área desconhecida por mim. Era uma sala privada, havia algumas pessoas curtindo o som do DJ da noite através da varanda instala ali.
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