Depois de alguns minutos trancada no quarto, Luna respirou fundo e desceu. Nunca tinha sido mulher de fugir de intrigas, não seria agora que começaria. Passou direto pela cozinha, pegou o lanche que tinha pedido e saiu quase no mesmo instante, murmurando um singelo: — Oi. Ninguém respondeu. Ela não se importou. Voltou para a sala e passou o resto do fim de tarde largada no sofá, zapeando canais sem realmente prestar atenção em nada. O lado r**m de ficar ali era exatamente esse: não havia o que fazer. A casa era grande, bonita, confortável… e absurdamente entediante quando se estava sozinha demais dentro dela. — Precisa de alguma coisa? — Liliana perguntou ao ouvi-la chamar, diminuindo o passo. — É só dizer como posso ajudar. Liliana era uma das poucas que simpatizavam com ela de verd

