Capítulo 113

1375 Palavras

Luna chegou ao hospital pouco menos de meia hora depois. Entrou apressada, quase correndo até a recepção, pediu liberação de acesso e o número do quarto. Entregou a identidade com as mãos ainda trêmulas. A parte burocrática, para sua sorte, não levou nem dez minutos. Assim que recebeu as informações, seguiu pelo corredor com passadas largas, o coração acelerado a cada porta que passava. O quarto estava de porta aberta. Ela parou no batente. Ficou ali, escorada, olhando o pai enquanto as lágrimas escorriam sem que conseguisse conter. Aline tentava dar a sopa enviada pelo hospital, enquanto Reinaldo reclamava, dizendo que aquilo era tão r**m que preferia morrer de fome. Luna riu em meio ao choro. Foi nesse momento que foi notada. — Filha! — Aline sorriu aliviada e caminhou até ela, pu

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