Pré-visualização gratuita Capítulo I - Prólogo
– Ser um herói sem uma individualidade? – O homem virou seu rosto para trás com uma expressão duvidosa em seu rosto. – Bom... Isso é impossível. Desista. Essa é uma profissão muito perigosa, ainda mais quando você não tem nenhum poder. Se você realmente quer ajudar as pessoas deveria se tornar um policial ou um médico ou um bombeiro ou qualquer outra coisa que lhe agrade. Desista de ser um herói.
As palavras que saíram daquela boca foram como uma facada no coração do garoto. Com um pequeno passo para trás ele escutava um som vindo do fundo de seu peito. Sua visão se turvava e embaçava em frente ao herói que ele mais admirou e seus ouvidos pareciam não querer acreditar nas palavras que saiam daquela boca;
All Might. O herói número do Japão é símbolo da Paz. O herói que sempre motivou todos a serem heróis e seguirem seus sonhos estava a sua frente, era como se fosse um sonho a se realizar.... Mas por que isso parecia ser um pesadelo?
Suas pernas tremiam enquanto até mesmo sua respiração parecia parar. Seu coração estava lento é com as lagrimas salpicando seus olhos ele apenas conseguia escutar o som de passos ficando cada vez mais baixos.
Sua mão esquerda voou contra seu peito, apertando fortemente sua camisa enquanto a outra segurava seu pulso. Seu coração doía. Ele não conseguia entender do por que isso doía tanto.
Talvez a explosão de Bakugou contra sua pele fosse doloroso. Talvez os socos que ele recebia daquele garoto fosse doloroso. Talvez ser empurrado da escada fosse doloroso ou até mesmo ser usado como saco de pancada fosse doloroso.... Mas isso.... Essa dor.... Parecia ser mil vezes pior.
Era como se algo dentro ele estivesse se quebrando lentamente. As lagrimas escorriam facilmente por seu rosto, pingando sobre o concreto daquele prédio. Os soluços escapavam de sua boca, totalmente contra sua vontade. Suas mãos tremiam junto ao seu corpo enquanto ele se ajoelhava antes de se inclinar para frente tocando com sua testa no solo.
Com soluços saindo junto ao catarro de seu nariz que pingava e se recusava a largar da ponta antes de cair, ele gritava desesperadamente. Essa dor era insuportável.... Ele queria ser um herói. Ele tinha que ser um herói.... Mas por que de todas as formas possíveis.... Ele não podia ser....
Uma coisa era quando alguém lhe falava: ‘Você não pode ser um herói’, ‘Desista ou algo semelhante. Mas quando o próprio All Might, com todo o peso que ele carrega ao ser o exemplo para a nova geração lhe falava isso.... Era por que isso era verdade. Isso tinha que ser verdade. Essas palavras eram verdadeiras.
Ele não pareceu mentir sobre isso. Ele não pareceu angustiado ou algo assim. Ele apenas falou do seu coração para fora.
Ele não queria se levantar ou sair daquele chão. Ele apenas se encolhia com as lagrimas escorrendo é com seu peito doendo cada vez mais. Ele poderia morrer com essa dor insuportável.
Seus olhos se arregalaram por um segundo, mesmo com sua visão turva ele sentia a brisa gélida percorrendo por seu rosto a bagunçar seus cabelos. Ele se ergueu do chão a limpar seus olhos já inchados e avermelhados com seus punhos.
Decidido é sem temor algum ele caminhou até a beirada do prédio. Seus passos eram lentos e pesados como se ele estivesse a se afogar dentro de uma piscina; Mesmo que lutasse desesperadamente pelo ar tudo que ele conseguia era mais água dentro de seu corpo.
A brisa parecia o acalmar lentamente. Seus dedos já avermelhados e um pouco roxo pela pressão colocadas nele ao agarrar sua camisa se forçaram contra a barra. Seus olhos foram levados para o chão é cara.... Isso definitivamente era grande.
As pessoas se pareciam com formigas. Os carros pareciam Hotwheels. Tudo parecia tão pequeno daquela distância.
“Se você quer ser um herói, de um mergulhe de cisne de um prédio, quem sabe você não consiga uma individualidade em sua próxima vida”
Sua perna ainda trêmula passou pela grade de p******o a escalando com precisão ao se sentar em cima dela antes de passar sua pergunta perna. Seus dedos estavam duros é seguravam com força aquela barra de metal. O calcanhar de seus pés tocava a beirada do prédio e seu corpo se esticava ao máximo para frente, apenas se segurando para não cair.
As lágrimas que continuavam a escorrer caiam contra o chão como uma chuva simples e imperceptível. Talvez a queda não fosse tão dolorosa. Talvez ele conseguisse ser um herói em sua nova vida.
Sua mão começava a se soltar, mas somente com três dedos ele recuou e se segurou na barra novamente. O que ele estava pensando? O que ele estava fazendo? Ele não podia deixar sua mãe.... Abandonar ela sozinha.... Ele não poderia morrer desse jeito.... Ele não poderia dar mais trabalho para sua mãe.
Com pesar é somente a pensar na única mulher em sua vida que o tratava bem o garoto voltou para a zona segura. Ele não deveria se m***r, não dessa forma.... Mas existe vários jeitos de morrer.
Mesmo com a sensação de estar sendo afogado ele reprimiu seus sentimentos. Ele permaneceu parado a sentir o vento até que seu corpo se acalma-se, mas mesmo assim aquela dor em seu peito não parecia sumir, apenas piorava.
Era como se um vazio começasse a corroer; O consumindo lentamente até não sobrar mais nada. Era irônico que um coração partido pudesse ser tão doloroso.
Somente com tudo sobre controle, como todos os outros dias, ele caminhou até a porta do prédio. Suas mãos trémulas encostaram na maçaneta já gélida do toque do outro é sem ter um sorriso sequer em seu rosto ou uma expressão feliz ou até mesmo triste ele a girou.
A porta se abria com um rangido alto. Ele olhou para as escadas que desciam até o solo e nem sequer havia a imagem daqueles cabelos loiros a lhe observar. A dor em seu peito apenas piorava com a sensação de abandono absoluto.
“Ser um herói sem uma individualidade?” O homem virou seu rosto para trás com uma expressão duvidosa em seu rosto. “Bom... Isso é impossível. Desista. Essa é uma profissão muito perigosa, ainda mais quando você não tem nenhum poder. Se você realmente quer ajudar as pessoas deveria se tornar um policial ou um médico ou um bombeiro ou qualquer outra coisa que lhe agrade. Desista de ser um herói.”
Com as palavras que saiam de forma tão c***l da boca daquele homem, agora intitulado de homem, a mulher simplesmente caia de sua cadeira tombando para trás em um completo desgosto absoluto.
“Nana?” Perguntou um homem de cabelos quase castanhos que cobriam seus olhos.
Ele se levantou de sua cadeira enquanto caminhava até a mulher a ajudando a se erguer novamente. Seus olhos apenas se focavam nas luvas da mesma que se levantava facilmente.
“Ele realmente.... Falou isso?” Perguntou o rapaz ao coçar sua careca. Seus óculos pareciam prontos para cair no chão.
“Ele é seu.... Discípulo, certo?” Perguntou o rapaz de cabelos negros ao descer seus pés contra o chão. Sua gola alta não permitia que os demais o vissem a falar algo.
“Não acho que eu deva o chamar de discípulo depois disso.” Ela corrigiu ao esfregar sua temporã. “De todas as palavras.... De todas as coisas que ele poderia falar para essa criança.... De todas as possibilidades ele fez logo essa m***a?” Os olhares dos demais se viraram contra ela por um momento. “Perdão. Não irei xingar novamente.” Ela disse com desgosto.
“Não é essa a questão...” Disse o loiro com duas marcas negras que cortavam seu rosto. Seus olhos estavam focados na silhueta de fogo sentada sobre uma das cadeiras. “Essa é a primeira vez que nós a vimos xingar.” Ele acrescentou.
“Não acho que devemos entrar nesse assunto no momento.” Falou o de cabelo grisalho ao se sentar novamente, após ajeitar a cadeira da Nana. “Acredito que quem deva julgar, por mais que todos nós gostaríamos, devesse ser a Nana, mas ao mesmo tempo é uma falta de educação fazer isso aqui e dessa forma. Ele deve ter seus motivos.”
“Você realmente está passando pano para ele?!” Elevou a voz o rapaz careca ao cruzar seus braços.
O homem que acabava de tentar amenizar as coisas apenas levou seus olhos para a mulher que estava em pé a assistir tudo e presenciar tudo. Somente com isso o rapaz conseguiu se acalmar. Ele estava fazendo isso por ela, não passando pano.
“ELE NÃO VAI ESPERAR?!” Ela gritou, tão escandalosa ao ponto de até babá sair de sua boca. “VOCÊ QUEBRA O GAROTO É SIMPLESMENTE SAI ANDANDO COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO?! E SE ELE PULAR SEU ANIMAL?! VOCÊ NÃO ABANDONA UMA CRIANÇA CHORANDO NO ALTO DE UM PRÉDIO!” Ela apontava o dedo em direção ao que via.
Seus olhos pareciam furiosos como se um fogo ardente estivesse queimando no interior. Ela olhou momentaneamente para a silhueta luminosa de All Might em sua cadeira antes de ranger seus dentes. Seus punhos se fechavam em volta de sua luva enquanto até mesmo seu lindo sorriso desaparecia.
“Quando você morrer lhe garanto que vai passar uma eternidade de frente a parede.” Ela disse com a voz baixa novamente, mas cheia de ódio.
“Que tal apenas.... Continuarmos assistindo?” Sugeriu o de cabelos escuros e gola alta ao sorrir timidamente ao tentar aliviar o clima tenso que se formava.
O olhar emputecido da mulher se virou contra o homem que terminava de falar. Sem acrescentar uma palavra ou dizer mais uma frase ela caminhou até seu acento e se sentou forçadamente contra o mesmo.
“Esse não é o Yagi Toshinori que eu conheço.” Ela disse como se precisasse justificar alguma coisa entre todos que estavam presentes.
Passando seus dedos sobre a sua calça os olhos calmos do homem se arregalavam momentaneamente. Sua cabecilha descia contra seus bolsos a quase se enfiar neles ao sentir a falta daquelas malditas garrafas. Ele não havia perdido elas, certo?
Talvez quando o garoto se agarrou em sua perna ela possa ter caído. Ou até rolado durante sua conversa.... No máximo aquele rapaz poderia ser um cumplice tentando salvar seu companheiro? Não. Ele estava quase morrendo naquela situação.
Seus pés viraram contra o solo enquanto ele olhava para a entrada do prédio novamente. Ele deveria subir para checar se as garrafas estavam lá ou deveria esperar o garoto descer? Se ele as carrega-se suas suspeitas poderiam estar corretar, talvez.
Mas tudo caiu por água abaixo com o alto som da explosão. Ele se virou na direção que isso ocorria é apenas deu de ombros ao seguir o caminho oposto. Agora isso era problema de outra pessoa. Ele já estava em seu limite, ele não poderia virar All Might agora.
Esse é um dos motivos por ele simplesmente odiar fãs obcecados, se ele não tivesse surgido no momento tanto seu segredo e o vilão permaneceriam seguros. Ele suspirou em desaprovação.
O segundo som da explosão, seguido das viaturas que passavam ao seu lado faziam sua cabeça se sentir culpada. Ele deveria ir checar aquela situação. Ele definitivamente deveria ir checar para ver se tudo estava bem? Provavelmente! Afinal, aquele vilão era sua responsabilidade.
Com passos lentos como se não quisesse nada o homem caminhava rumo a todo o incidente. Ele demorou bastante em sua caminhada a achar que tudo poderia já estar resolvido, mas os heróis que cercavam o local não faziam nada, apenas deixavam a destruição rolar solta.
Seus olhos azuis foram levados para o centro do beco com o garoto, também loiro a se afogar naquele Slime. Sim, definitivamente era o vilão que escapou. Ele mordeu seus lábios em desgosto com a situação, mas não havia nada que ele pudesse fazer.
Mas ao seu ver, ao ver tudo que estava acontecendo naquele estante, o garoto tinha uma grande determinação. Mesmo naquela cena caótica ele continuava a lutar fortemente e não se deixava ser abatido por aquele vilão.
Talvez se ele tivesse um sorriso em seu rosto tudo poderia ser melhor.... Mas nada que prática não pudesse resolver. Sua individualidade, aparentemente, explosões era forte.... Sim. Ele seria um bom garoto para passar sua tocha.
Seu sorriso crescia abertamente com essa ideia. Ele finalmente havia achado alguém para passar esse poder.
Ele olhava para a ponta de seus dedos com um pouco de orgulho. Nana finalmente poderia descansar em paz agora que ele já havia derrotado One For All é estava passando seu legado para frente como todos os demais que vieram antes deles. Eles finalmente poderiam descansar em paz. A tocha da justiça iria continuar viva.
Talvez por seu desleixe ao pensar sobre isso o som do pânico começou a se manifestar. Seus olhos se ergueram para o beco para ver se seu futuro aluno estava bem e somente ao ter certeza que ele estava seu coração se aliviou, mas o pânico não vinha daquela situação. É sim de outro lugar.
Em sua visão periférica ele assistia o mesmo garoto de cabelos verdes de agora a pouco correndo contra o vilão. Ele definitivamente era suicida! O que ele tem em sua cabeça para fazer algo tão arriscado?! Ele é burro por acaso? Não é à toa que a população peculiar está morrendo cada vez mais jovem....
O vendo jogar a mochila e saltando contra o corpo do vilão o medo atingiu o homem de cabelos loiros. Ele não poderia deixar seu futuro aluno se machucar ou se perder por burrice de um garoto peculiar é suicida. Se ele quer se m***r ao menos não leve alguém junto! Ele precisa de tratamento!
Aproveitando toda a confusão é os gritos, Yagi Toshinori se transformou em All Might ao inflar seu corpo como em uma piscina. Com a comoção ele facilmente conseguiu se entrar dentro do beco é socar o vilão para todos os lados ao acabar com a situação do vilão.
Os heróis ao se redor rapidamente continuam tudo é salvaram os garotos. Isso o aliviou bastante, mas antes que pudesse se aproximar deles a imprensa começou a tomar conta do lugar. Ele não tinha muito tempo antes de virar novamente o Yagi Toshinori.
Se não fosse por aquela ferida em seu peitoral ele poderia facilmente aguentar ficar assim o dia todo. Isso era apenas uma m***a gigantesca, vamos ser sincero. Mesmo com todo o tratamento nada parecia fazer efeito.
– Espera! O que é aquilo?! – Ele gritou ao apontar para cima.
Somente ao ver todos os repórteres é câmeras se jogando naquela direção o homem conseguiu escapar, mas nenhuma daquelas crianças estavam mais naquele local, ou melhor, o loiro estava, mas o de cabelos verdes não.... Ele não poderia ter ido muito longe e eles precisavam conversar.
Aproveitando pouquíssimo tempo que lhe restava, já que ele estava a superar seus limites naquele instante, ele começava a procurar aquele garoto, somente para lhe encontrar correndo em direção a uma zona residencial. Ele saltou para o chão é correu para sua frente ao bloquear o caminho.
– Jovem Midoriya, certo? – Ele perguntou ao não se lembrar bem do nome dele.
– A-All Might?! – Grunhiu o pequeno com um soluço.
–...– Ele voltou para a forma de Yagi ao conseguir se recompor por um momento. “O que você acabou de fazer foi muito perigoso” Ele disse seco é com indiferença.
O peito do garoto soltava um segundo barulho com aquelas palavras tão amargas.
– Não faça isso novamente. Se você realmente estar tão disposto a se m***r eu posso lhe encontrar ajuda. Existe muitos lugares que ajudam pessoas como você...
O terceiro barulho finalmente se ouviu no peito do pequeno.
– Você poderia ter matado mais pessoas com sua palhaçada. Sinceramente, você deveria ter noção ou o mínimo de senso comum! Colocar tanto sua vida em risco quanto das demais pessoas não é algo que alguém que diz querer ser um herói devesse fazer. Eu retiro totalmente o que eu lhe tinha falado, esse tipo de profissão, de salvar vidas, não é para você. Reconsidere totalmente isso, Jovem.
Com o som de um estilhaço o garoto se virou bruscamente ao deixar o homem falar sozinho, ele corria totalmente na direção oposta a tampar seu rosto com seu ante braço. Ele nem sequer deixava o herói terminar seu discurso.
Com um gosto totalmente amargo em sua boca por aquele garoto irresponsável o mesmo apenas esfregou seus olhos. Ele queria correr atrás dele e o levar para um centro de ajuda, mas ele não iria conseguir se transformar novamente sem encurtar seu tempo de uso do All For One. m***a.
“Nana! Você é uma h*****a, lembre-se disso.” Falou o homem de cabelos quase castanhos ao se erguer.
“Pessoas como ele?!” Ela gritou ao socar a figura luminosa de All Might.
Seu soco quebrou totalmente a cadeira que aquela figura estava sentada, pelo menos seu encosto para as costas. Ela puxava seu punho, que atravessou a Figura não física, e o encarrou ganhar forma novamente.
“Você é uma pessoa como ele! VOCÊ É A p***a DE UMA PESSOA COMO ELE!” Ela gritou desesperadamente ao olhar para todos os demais. “Precisamos dele! Definitivamente precisamos dele! Mas a p***a desse.... Homem.... Decidiu criar um vilão ao invés de tentar criar um herói! Ele até mesmo se moveu por impulso, mas seus olhos estavam focados demais em sua arrogância para notar isso! É ainda me manda um sermão desses?!” Ela disse indignada a socar novamente a cadeira.
“Temos a sorte encontrar dois vasos perfeitos e ao invés dele tentar o transformar em um discípulo ele o afasta! Se quiser eu também posso criar um vilão, ou melhor, eu vou virar um vilão somente para socar sua cara e enfiar um pouco de sentido em sua cabeça!” Ela puxou novamente seu punho já estando pronta para soca-lo novamente.
“Quero dizer, a melhor forma de colocar sentido na cabeça de alguém e o espancando! Enfiar a força, por que aparentemente você não tem nenhum!” A mão em seu ombro finalmente a vez se acalmar e se virar.
“Vamos atrás dele.” Disse o rapaz de cabelos castanhos. “Precisamos deles.... Quanto antes o encontrarmos melhor.... Não quero que ele tome uma decisão que pode mudar sua vida para sempre.”
“Não é como se tivéssemos escolhas.” Falou o loiro com as marcas negras em seu rosto.
“Ele definitivamente vai ficar na parede.” Acrescentou o careca com um sorriso no rosto. “Se ele era o Símbolo da paz.... Para mim agora ele o Símbolo da vergonha entre todos os portadores.”