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A Princesinha e o Mafioso - Gatos Perigosos Vol 2

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Sinopse

Conteúdo +18 - Essa obra contém gatilhos mentais, sexo explícito, armas e violência.

AGE GAP | SEXO CASUAL | MÁFIA | ROMANCE SECRETO E PROIBIDO| PAIXÃO AVASSALADORA | CONFLITOS FAMILIARES

Graziella Grego, é a princesinha da máfia Italiana, 18 anos, virgem e a espera do seu "mafioso encantado". Leitora assídua de livros hot, ela almeja viver (e fazer) tudo o que lê nos livros com conteúdo para maiores. De inocente ela só tem a virgindade, porque ela tem a língua afiada e é bem determinada. Ela tem a certeza que encontrou o dono do seu bem mais precioso, quando encontra Nikolai Petrovik. É desejo à primeira vista.

Nikolai Petrovik é um mafioso russo, sarcástico, egocêntrico e obstinado, mas tem um lado um pouco romântico, que descobriu recentemente quando quase se apaixonou. Ele está no auge dos seus 35 anos, é filho de um dos líderes da Bratva, máfia russa, mas ele não se importa com isso. Seu pai o pressiona para casar, mas seu histórico familiar, o faz ter aversão. NIkolai esconde segredos que não o deixam dormir e tem gatilhos suficientes para levá-lo ao chão.

No quesito romance, ele já viveu de tudo e tem experiência suficiente para saber que não quer uma garota virgem e inexperiente em sua cama. Sem contar o perigo iminente de uma relação com a princesinha dos Grecos. Mas como ele poderá resistir a uma garota que a única obsessão é tê-lo a qualquer custo?

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1 - O príncipe irritado
Graziella "A princesinha da máfia", era assim que me chamavam. E eu estava destinada a viver presa em um castelo, até ser escolhida para fazer parte da vida de algum mafioso ricaço. Esse era o meu destino. Se eu tinha me conformado? Mas é claro que não! Havia chegado aos meus 18 anos e sabia que aquela realidade estava bem perto de acontecer. Logo teria que me casar. Mas casamentos geralmente eram acordos de negócios na minha família, ainda mais o casamento de uma garota. Eu me casaria com alguém influente dentro da máfia, em troca de mais poder para minha família. Talvez alguns vivam um conto de fadas não convencional, como do Dom e a Giorgia, casamento por amor e tudo mais, mas vamos lá, eu sou uma garota. Eu não tenho poder de escolha aqui. Ainda mais com um pai controlador. Confesso que já havia aceitado o meu destino, até ver o par de olhos azuis, cabelos loiros, um metro e noventa, sexy igual à porr@ de um anjo caído, misterioso e visivelmente com sérios problemas de raiva. Mas maal sabia ele, que toda vez que ele me olhava com raiva, enviava um choque direto para minha calcinha@. A minha mente gritava que ele era terreno perigoso, mas meu corpo dizia que era ele, mesmo que fosse só por uma noite, se eu tivesse a oportunidade, não pensaria duas vezes. Eu não me importava em casar virgem, eu lia livros românticos demais para saber que havia jeitos melhores para conhecer um homem. Romance, paixão e muito sex0, faziam parte. Sex0 apaixonado ou até mesmo um pouco brutal. Era isso que eu lia nos livros de romance erótic0s, que eu escondia no meu armário de roupas. Fechei o livro após chegar no capítulo vinte e sete, estava bom por hoje. Porque eu sempre ficava com a calcinh@ molhada e muito excitad@, mas não sabia ao certo o que fazer para controlar. O mais comum era ter um namorado para aplacar meus desejos, mas eu não tinha e nem iria ter, então torcia para me casar com um homem que me fizesse as coisas que os protagonistas faziam com as mocinhas nos livros que eu lia, e aplacasse aquela "dorzinha" que estava sempre na parte interna da minha vagin@. Ouvi uma batida forte na porta do meu quarto. Corri para esconder o livro que estava lendo. A última coisa que eu queria era minha mãe, ou meu pai, questionando meus gostos. — Já vou! — falei alto, ao ouvir a batida incessante na porta. — Meu Deus, não pode esperar? — Abri a porta e encontrei minha mãe me olhando irritada. — Não, eu não posso esperar, Graziella. E por que a porta do seu quarto está trancada? — Porque eu estava lendo um livro, mamãe. Sabe que eu não gosto de ser incomodada no meu momento de leitura. — Falando em livros... — ela mostrou o pacote em sua mão. Peguei rapidamente. — Eu gostaria de ver que livros são esses que você lê, que chega aos montes em casa. — São romances clichês e livros de fantasia. Você sabe como eu amo ler. — Hmn. Espero que não comece a associar com a realidade. — Mas é claro que não, mamãe. Eu sei bem que a vida não é um conto de fadas. — Eu acho bom. — ela torceu o nariz. — Agora se arrume e desça, seu pai trouxe visitas. — Quem? — Eu não sei, Graziella. Você sabe que eu não me meto nos negócios do seu pai. Mas vista uma boa roupa. Quando minha mãe saiu fechando a porta, fiquei pensando em suas palavras. "Visita, vista uma boa roupa." Isso sempre queria dizer que meu pai ia me exibir para alguém. E, além disso, eu nunca era convidada para nenhum jantar. Meu Deus, será que já me arrumaram um marido?! Meu coração bateu tão acelerado que me faltou fôlego. Desde que fiz 18 anos, sabia que isso poderia acontecer. Não sabia ao certo se era melhor colocar um vestido muito bonito, ou uma roupa horrorosa, para que ele não gostasse de mim e fosse embora. Apenas vesti um vestido rosa florido. Bem simples, nada que marcasse minhas curvas. Desci as escadas rápido demais e quase tropecei no último degrau. Meu pai me olhou com um olhar de repreensão. Ele sempre estava reclamando comigo, por eu ser tão estabanada. Mas desta vez não era minha culpa, aquelas eram as sandálias que eu chamava de traiçoeiras. Meu pai estava ao lado de um homem alto de cabelos loiros. Não pude ver seu rosto, pois ele estava de costas, mas pelas costas, vi que ele era um gostoso, igual os mocinhos dos meus romances. — Graziella, venha aqui. — meu pai me olhou estranho e mandou que eu me aproximasse. Eu juro que tentei segurar minhas pernas, mas tropecei no último degrau, caindo bem aos pés do homem ao lado do meu pai. Put@ que pariu! Ele segurou meu braço e me ajudou a levantar, olhei para seu rosto por alguns instantes e quase precisei de uma calcinh@ nova. Era ele! O bonitão da festa! Eu o vi no baile do Herinco Olivier e depois na minha casa, mas ele não me olhou e nem sequer me notou minha existência miiserável. Mas eu o notei! Olhando por aquele ângulo, não era só o corpo dele que era bonito, ele era lindo, com os olhos azul-cobalto, que detinham todo o mistério em seu rosto. Seus braços eram fortes o suficiente para me levantar do chão, e eu senti uma pequena porcentagem da sua força, quando ele me ajudou a me pôr de pé. Apesar de toda beleza, sua expressão era séria e beirava a raiva. Mesmo com o meu meio sorriso envergonhado, ele não esboçou nenhuma reação positiva. Apenas me soltou como um saco de batatas. Eu até me desequilibrei um pouco. — Graziella! — meu pai falou irritado. Olhei para ele e sabia que ele queria que eu me desculpasse pela cena. — Desculpa. — falei envergonha. O visgo na testa do homem aumentou, quando eu pedi desculpas e ele pareceu mais irritado ainda. Como era possível um homem tão bonito ser tão irritado? Pisquei incessantemente e olhei para o meu pai, esperando uma resposta ou uma apresentação. — Graziella, esse é nosso convidado, Nikolai Petrovik. Nikolai, essa é minha filha, Graziella. Peço desculpas por ela ser tão estabanada. — ele apenas me olhou com raiva. O que eu fiz para esse homem? — É normal, ela é só uma menina. — ele falou com seu sotaque engraçado. — Eu não sou uma menina, eu tenho 18 anos. — meu pai me olhou espantado, por eu ter respondido. O homem também, e parecia se divertir. Sua expressão ficou menos séria. — Graziella. — meu pai segurou o meu braço, forte demais eu diria. Depois olhou para o Nikolai. — Vamos jantar. Minha esposa já está na sala de jantar. Vamos. — ele apontou para a sala de jantar. Naquela noite, ao olhar aquele homem jantando e conversando, por vezes sorrindo, por vezes me olhando com raiva. Eu pude pela primeira vez sentir o sentimento que eu sentia quando lia meus romances. Além de algo queimando dentro do meu peito, e meu rosto queimando a todo momento, senti uma dorzinha na minha vagin@ e o líquido lubrificando a minha entrada. Eu era puro êxtase e excitação. Era assim que eu imaginei que me sentiria, quando encontrasse o meu projeto de príncipe de conto de fadas. Mesmo que ele fosse um mafioso maal-humorado. — O Nikolai vai ficar uns dias conosco, na casa de hóspedes. Temos alguns assuntos para alinhar sobre a nossa nova aliança. E fico feliz que tenha aceitado. — meu pai anunciou, deixando minha mãe visivelmente desconfortável. — Fico feliz que possamos ajustar nossa aliança, depois do acontecido com o seu sobrinho... — Nikolai falou sério e eu fiquei um pouco curiosa para saber o que aconteceu. — Disso conversamos depois. — meu pai olhou para mim. — Graziella, vá para o quarto! — meu pai ordenou. — Mas, papai... — comecei a falar, mas lembrei que eu não tinha voz naquela família. Então apenas levantei da mesa. — Espere. — ele falou e eu parei. — Só um minuto, Nikolai. Eu já volto. — meu pai caminhou até mim, segurando meu braço e me puxando para fora da sala de jantar. — Preciso falar algo importante com você. Quando ele falou isso, entendi tudo e já comecei criar todo tipo de fantasias na minha cabeça. Eu sabia que o Nikolai era o homem que o meu pai escolheu para mim, sabia desde do momento que caí aos pés dele e não diria não, muito pelo contrário, eu pularia de alegria internamente. Senti uma conexão incrível e deliciosa com o Nikolai, até diria que eu me apaixonei a primeira vista. E sim, eu aceitarei ele como meu marido. — Tudo bem, papai. Eu entendi e aceito o que o senhor decidir. — O quê? — ele me olhou confuso. — Eu quero dizer que eu quero você longe desse russo. O mais longe que você puder, enquanto ele estiver aqui. Eu não quero nem que você saia do quarto sem ter alguém ao lado. Eu não confio nele. Isso são apenas negócios. Entendeu? — Eu não havia entendido. Eu estava extremamente confusa e decepcionada. — Você entendeu, Graziella? — Sim, papai. — Agora vá para o seu quarto. — ele ordenou. Obedeci aos comandos igual uma boa moça que fui criada para ser. Só tinha um problema aqui, eu conheci alguém que era capaz de destruir a boa moça em mim com um simples olhar. Pela primeira vez, tinha um bom motivo para quebrar as regras. E esse motivo tinha nome, sobrenome e um belo par de olhos azuis raivosos.

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