Nikolai
Passei os dias seguintes correndo da Graziella como o diab0 corria da cruz. Infelizmente eu ainda sentia o gosto dela na boca e isso me trazia lembranças constantes. Aquela garota atrevida e depravada, era gostosa pra c*****o. Ela nem sequer recuou quando eu a toquei, muito pelo contrário, me desafiou a continuar.
Mesmo com a b0ceta exposta diante de mim, ela não tremeu ou se sentiu envergonhada, ela só queria ser f0dida naquele banheiro.
O fato de não ter aproveitado a oportunidade me deixava mais excitad0. Eu deveria ter fodid0 ela de todas as formas possíveis, até ela se saciar e parar de me perseguir. Não era um crime trans@r com uma garota na flor da idade, 17 anos mais nova que eu. Ela não era uma menina e sabia o que queria. Ela mesmo tinha deixado claro isso. Por outro lado, Giovanni Grego não pouparia minha pele ao saber que deflorei a filha dele, e as chances de uma represália seria grande. Isso se ele descobrisse.
Os "e se" e "talvez", invadiram a minha mente. E se eu trans@sse com ela às escondidas? Talvez ninguém nunca descobrisse. Agora tudo tinha se complicado com a minha parceria com o Domimic, eu não poderia voltar para Rússia. Eu teria que ficar aqui e ser morto por uma b0ceta.
Me deitei na cama, tentando acalmar os meus pensamentos, já passava das duas da manhã e eu nem sequer conseguia dormir. Eu nem podia sair do quarto, porque corria o risco dela está lá me esperando.
Eu ia enlouquecer!
****
Nos dias que se seguiram, minhs relação com os Greco foi estreitada, eles tinham confiado a mim um cargo de suma importância. E como estavam tendo alguns problemas, resolvi aceitar.
Eu estava sentado ao lado do Giovanni na mesa quando a Graziella chegou, com um vestido rosa florido que deixava metade das suas pernas a mostra. Franzi o cenho e me remexi desconfortável com o seu olhar me perfurando. Ele não tinha o mínimo medo de ser pega me devorando com os olhos.
Ela sentou na minha frente, eu tentei evitá-la, mas bati com a perna na mesa quando senti seu pé me tocar por debaixo da mesa. Ela subiu seu pé direito até a altura da minha coxa e mordeu o lábio discretamente. Meu p@u tomou ciência do que ela estava fazendo e ficou eret0, me traindo completamente.
A Giorgia chegou para completar o circo em família e sentou ao lado do Dom e da Graziella, que continuou sua depravação debaixo da mesa.
Me levantei da mesa bufando de raiva, pedi licença e fui em direção a casa, procurando um pouco de paz. Ouvi seus passos leves correrem atrás de mim, olhei para trás e entrei no escritório, já sabendo que ela iria entrar atrás de mim. A apertei contra a porta, assim que ela entrou, segurando suas mãos para trás.
— O que está fazendo, sua garota maldiita? O que você tem na cabeça?
— Desejo. É só você me tocar e eu paro.
— Você é louca e vai nos matar!
— De todo jeito eu vou morrer, Nikolai. Se você não me tocar. Vamos! — Ela empinou a b***a, se esfregando no meu p@u. Nem se eu fosse um padre eu iria aguentar.
— Porr@, Graziella! Porr@! — puxei seu quadril e esfreguei minha virilha em sua b***a. Depois mordi a altura do seu ombro. — Agora você vai ficar marcada, quero ver como vai se justificar.
Eu a soltei e ela choramingou, a empurrei para o lado e sai do escritório, conferindo se havia alguém. A adrenalina fazia meu sangue ferver. Não tinha coisa mais enlouquecedora do que o proibido.
— Nikolai! — ela gritou atrás de mim, sem nem se importar de sermos vistos e ouvidos.
— Você está louca, porr@? Cala essa boca! — ela passou a mão no meu peito. — Me solta! — segurei seu pulso e o afastei.
Andei o mais rápido que pude para fora da casa. Eu ia nem estava no clima para nada. Essa garota f0deu minha mente.
Graziella
Depois que ele me provou, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. Nem sequer me importava se íamos ser vistos ou não. Eu só queria que ele me tocasse de novo.
Olhando o Nikolai na minha frente, conseguia sentir o quanto ele estava incomodado com a minha presença, isso só provava que ele me queria.
A Giorgia sentou ao meu lado e me cumprimentou.
— Oi, prima. Como está o bebê?
— Bem.
— Eu já comprei o vestido para o seu casamento. Eu quero te mostrar.
— Está bem. — ela falou e voltou a dar atenção ao marido.
Tirei minhas sandálias embaixo da mesa e subi os pés, acariciando as pernas do Nikolai. Meu objetivo era subir mais em cima, mas o espaço era curto. Ele me olhou irritado e se remexeu na cadeira, depois se levantou e saiu igual um furacão em direção a casa. Aquela era minha deixa.
— Eu vou ao banheiro. — Anunciei.
Quando entrei na casa, corri atrás dele. Ele me notou a minha presença e se enfiou no escritório. Assim que entrei, ele fechou a porta e me empurrou contra ela, prendendo minhas mãos atrás das costas. Confesso que aquela posição me deixava exciitada.
— O que está fazendo, sua garota maldiita? O que você tem na cabeça? — ele esbravejou.
— Desejo. É só você me tocar e eu paro.
— Você é louca e vai nos matar!
— De todo jeito eu vou morrer, Nikolai. Se você não me tocar. Vamos! — empinei a b***a em sua direção, esfregando em sua viriilha.
— Porr@, Graziella! Porr@! — ele me puxou pelo quadril e se esfregou na minha bund@. Já conseguia sentir sua ereçã0 eminente. Ele mordeu a altura do meu ombro, me causando dor. — Agora você vai ficar marcada, quero ver como vai se justificar.
Ele me soltou e eu choraminguei, ele me empurrou e saiu do escritório, mas claro que fui atrás dele.
— Nikolai! — gritei por ele e ele me olhou furioso.
— Você está louca, porr@? Cala essa boca! — tentei tocá-lo, mas ele. Se afastou. — Me solta!
Aquele homem era difícil igual o inferno!
Na minha cabeça era algo difícil de entender, ele me desejava e me tinha de bandeja. Nunca vi um homem recusar uma mulher assim.
Esperei alguns minutos para não dar bandeira e tomei o meu caminho de volta.
— Você não! — a Giorgia me segurou e me enfiou no escritório. — O que estava acontecendo aqui? Por que você estava trancada com o Nikolai no escritório? — Meus olhos arregalaram e eu não sabia o que responder.
Pensa rápido, Graziella. Pensa rápido!
— Não foi nada, ele só… ele… ele se perdeu e eu falei onde era o banheiro.
— Sua mentirosa! Eu vi ele discutindo com você e você o tocando intimamente.
— A culpa foi minha, Giorgia. Eu dei em cima dele. - falei a verdade para limpar a barra do Nikolai.
— Meu Deus! Vocês transaram?
— Quem me dera.
— Você é louca! E se não fosse eu que visse, fosse seu pai ou sua mãe?
— Mas não foi, não é? Eu não vou ficar encanada por causa disso.
— Meu Deus, Graziella. Você enlouqueceu de vez, ele tem o dobro da sua idade.
— Eu não me importo. O Dom também é mais velho do que você, não é?
— Nem se compara.
— Mas não se preocupe. Não rolou nada. Ele não me quer.
— Graças a Deus! Agora vamos! — ela saiu me puxando para fora e eu pedi a Deus que ela não contasse ao Dom, senão eu estaria encrencada de verdade.
Senti uma dorzinha queimar nas minhas costas e sabia que era a mordida do Nikolai. Soltei o cabelo e coloquei do lado, porque eu sempre ficava marcada facilmente.