Capítulo 8 - Jane

3395 Palavras
  Enquanto usava magia à noite, conseguia ouvir alguns sons de — Rawr Rawr Nyan Nyan — que me irritavam. De onde estão vindo? Você precisa mesmo perguntar? É obvio que vinha do quarto de Letholdus e April. Ocupados trabalhando, hmph. Talvez num futuro não tão distante, meu irmãozinho ou irmãzinha vá nascer. Acho que é melhor ter uma irmã. Sim, não quero um irmão mais novo. A figura de um irmão mais novo tirando sarro de mim por qualquer motivo que fosse... Me dava arrepios. Não quero um irmão mais novo. Uma irmã fofa é melhor. - Graças a Deus… Na minha outra vida, se ouvisse esses sons irritantes, bateria na parede até que eles ficassem quietos. Que nostálgico. Nessas horas, sempre pensava que as pessoas que faziam isso estavam pintando meu mundo com o m*l. Sempre pensei que esses valentões estavam zombando de mim de um lugar fora do meu alcance. Assim, sempre tive uma raiva dentro de mim de que não conseguia me livrar. Aqueles que me empurraram para o espaço escuro e desagradável, porém, estavam olhando para mim, dizendo — Por que você ainda está nesse lugar? Não há nada mais humilhante.   Mas mudei meu modo de pensar recentemente. Não tenho certeza se é por causa do meu corpo ser o de uma criança, se é por causa dos meus pais, ou se é porque estava trabalhando duro pelo meu futuro. Contudo, podia tomar uma posição de apoio e tolerância ao ouvir esses dois. Hmph, também não sou tão inocente… Só de ouvir esses sons já posso imaginar mais ou menos a situação. Parece que Letholdus é muito bom nisso. April sempre desistia depois de um tempo, mas Letholdus dizia algo como “Ainda é tão cedo—”, e continuava a atacar. Igual a um protagonista desses eroges de humilhação s****l. Há uma quantidade de energia indescritível. Hah, já que sou filho do Letholdus, talvez também tenha toda essa energia? Desperte! Para as heroínas!! Garanta-me o início cor de rosa!! Bem, esse entusiasmo inicial passou, assim posso ir calmamente para o banheiro enquanto passo pelo corredor rangendo. Só pra vocês saberem, toda vez que eu passava pelo quarto deles, esses sons paravam. Isso é algo bem interessante. Naquele dia, para mostrar que a presença do filho deles estava por perto, fui até o banheiro. Bom, será que devo ir cumprimentá-los? E perguntar — “Papi, mame, o que vocês estão fazendo pelados?" Estou ansioso por suas desculpas. Kukuku… Com esse pensamento, saio silenciosamente do quarto.   Mas outro convidado já estava lá. A garota de cabelos azuis estava agachada no escuro, espiando pela fresta da porta. Seu rosto estava corado enquanto tentava conter sua respiração acelerada. Seus olhos estavam colados no interior do quarto. Eu posso ver suas mãos fazendo algo sugestivo por baixo de suas vestes. Sem fazer qualquer ruído, retorno para o meu quarto. Jane era uma garota em uma idade apropriada. Fui generoso o suficiente para fingir não ter percebido, só para vê-la obcecada com esse tipo de coisa. …Brincadeirinha. Bem, parece que vi algo bom.   4 meses se passaram. Finalmente sou capaz de usar todas as magias de nível intermediário. E então, comecei a ter aulas noturnas com Jane. Mas não confunda, não tem nada de “divertido” nessas aulas à noite. O conteúdo das aulas era bem variado. Jane é uma boa professora. Ela não fica muito presa ao seu plano de ensino. Ensinava-me baseado na minha habilidade de compreender as coisas. Sua habilidade de se adaptar ao aluno era bem alta. Ela preparava uma questão das suas anotações para eu responder, e se respondesse corretamente, seguia para a próxima questão. Se não soubesse, ela pacientemente me explicava outra vez. Dessa forma, sentia meu mundo se expandir. Na minha vida passada, antes de o meu irmão mais velho fazer seus exames, tinha vezes em que um professor particular era contratado. Uma vez me juntei a ele por capricho, porém não era nada diferente do que era ensinado na escola. Comparado a aquilo, as aulas da Jane eram interessantes e fáceis de entender. Uma aula que respondia a todas as minhas dúvidas. E, além do mais, era uma garota do colegial que estava me ensinando. Esse tipo de cenário é bom demais. Se fosse o meu antigo eu, só de pensar nessas coisas seria suficiente para me masturbar umas 3 vezes.   - Professora, por que a magia só é usada em combate? - Na verdade, não é usada só em combate… Jane sempre respondia seriamente as minhas súbitas questões. - Hmm, vejamos, por onde devo começar… Primeiro de tudo, é dito que a magia vem de uma velha raça de orelhas compridas, os Elfos. WHOA, ELFOS!! ELES REALMENTE EXISTEM!? Cabelos louros, roupas verdes, carregando um arco, e sempre sendo pegos por tentáculos!! Opa, acalme-se, acalme-se. Esses devem ser diferentes dos que conheço Apesar de que, pelas suas palavras, eles possuem orelhas bem longas… - O que são elfos? - Hmmm, os elfos vivem em alguma região ao norte do continente Akora. De acordo com a descrição da Jane: Há muito tempo atrás, antes da guerra entre humanos e demônios começar, quando o mundo ainda estava mergulhado em caos e guerras começavam do nada, os antigos elfos conseguiam se comunicar com os espíritos da floresta, manipulando a terra e os ventos para lutar contra os invasores. Dizem que essa é a magia mais antiga do mundo. - Eh? Está gravado na história também? - Mas é claro. Jane acena com as minhas palavras de zombaria. - A magia atual é o resultado dos humanos imitando os elfos e mudando-a. Humanos são especialmente bons em tais coisas. - A raça humana é boa nessas coisas? - Sim, é sempre a raça humana quem cria coisas novas. A raça humana parece gostar de inventar. - A razão pela qual a magia é usada apenas em combate é porque ela é basicamente usada apenas nessas situações. Mesmo que não seja usada, há coisas ao nosso redor que podemos usar para fazer o que queremos. - Com ‘as coisas ao nosso redor’ você se refere? - Por exemplo, se você precisar de luz, você pode usar uma vela, certo? Entendo… Isso é algo bem comum. Comparado ao uso de magia, uma ferramenta seria mais simples sem a menor dúvida. Isso é meio que lógico. Apesar de que, se for encantamento sem voz, fica ainda mais simples do que usar uma ferramenta. - Além disto, nem todos os tipos de magia são apropriados para combate. Por exemplo, com magia de invocação você pode conjurar bestas mágicas ou espíritos de nível similar. - Magia de invocação!! Você poderia me ensinar um dia? - Não, eu também não sei. Além do mais, entre as ferramentas, há também os itens mágicos também. Itens mágicos. Tenho uma ideia básica deles só pelo nome. - Itens mágicos são? - Itens que possuem efeitos especiais. Suas partes internas são inscritas com formações mágicas, então qualquer um pode usar, mesmo que não seja um mago. Contudo, esses itens mágicos requerem uma grande quantidade de mana. - Entendo… Basicamente, como eu imaginei. Parando pra pensar, é uma pena que Jane não possa usar magia de invocação. Os conceitos de magia de ataque e de cura poderiam ser entendidos, no entanto, não faço ideia de como magia de invocação funciona. Além do que, teve um enorme vocabulário que apareceu de repente. A guerra humano-demônio, familiares, espíritos… - Professora, qual a diferença entre bestas mágicas e criaturas mágicas? - Não há muita diferença. Criaturas mágicas sãos seres que basicamente passaram por algumas mudanças. E, uma vez que o número de criaturas mágicas aumenta e se torna uma raça, após algumas gerações elas acumulariam certa quantidade de inteligência e se tornariam bestas mágicas. É só que, mesmo que elas possuam inteligência, elas continuaram a serem chamadas de criaturas mágicas se atacassem a raça humana. Em contrapartida, em relação às bestas mágicas que se tornaram ferozes com o passar das gerações, havia exemplos onde elas se revertiam a criaturas mágicas. Não há linhas claras. Criaturas mágicas = Atacam humanos. Bestas mágicas = Não atacam humanos. Essa linha de pensamento deve servir. - Dito isto, as raças demoníacas evoluíram das criaturas mágicas? - De forma alguma. As raças demoníacas foram nomeadas assim há muito tempo, durante a guerra entre humanos e demônios. - Essa é a guerra que você mencionou antes? - Sim. A primeira guerra aconteceu cerca de 7000 anos atrás. - Isso foi há muito tempo. A história desse mundo é na verdade bem longa. - Isso não é considerado muito longo. Os humanos ainda estavam lutando até 400 anos atrás. De 7000 anos atrás, a raça humana e as raças demoníacas continuaram a lutar entre si. Pensei que 400 anos eram considerados um longo tempo, mas na verdade, essa guerra persistiu por quase 7000 anos. A relação entre humanos e demônios era tão r**m assim? - Hah, entendo… Então, pra concluir, quais são as raças demoníacas? - Definir as raças demoníacas é bem problemático… Se for realmente necessário —  As raças que se aliaram as raças demoníacas durante a última guerra — seria mais fácil de entender. Mas é claro, há algumas exceções. - Ah, e para acrescentar, eu também sou de uma raça demoníaca. - Ohh, entendi… Um demônio estava aqui como minha professora particular. Isso significa que não há uma guerra acontecendo agora? Seria melhor se estivéssemos em paz. - Sim. Pra colocar de uma maneira formal, sou da raça Yard da Área de Menfis no continente Demoníaco. Os seus pais não ficaram chocados quando eles me viram? - Pensei que era porque a professora é muito pequena. - Eu não sou pequena. Jane me respondeu na hora. Ela parecia levar esse tipo de coisa bem a sério. - Eles ficaram chocados quando viram meu cabelo. - O cabelo? Pensei que fosse um lindo cabelo azul. - Os rumores dizem que quanto mais próxima do verde for a cor do cabelo da raça demoníaca, mais violenta e perigosa ela é. Em especial quando meu cabelo parece verde aparece sob iluminação diferente…” Verde. Essa era a cor do perigo desse mundo? O cabelo de Jane parecia tanto com verde que fazia os olhos das pessoas saltarem, ela brincava com sua franja enquanto explicava. Suas ações eram fofas. Se tivesse cabelo azul no Brasil, seria algum Punk, ou emo. Não importa que tipo fosse, a sensação de não ser natural me deixava enojado. Mas o cabelo de Jane não dava essa sensação e não me fazia sentir nojo algum. Podia-se dizer que esse cabelo caia bem com a expressão sonolenta dela. Se ela fosse uma h*****a num eroge, definitivamente seria cotada para ser uma das principais. - O seu cabelo é muito lindo. - …Obrigado pelo elogio, porém você deveria deixar esse tipo de conversa pra quando você gostar de uma garota no futuro. - Mas eu gosto da professora. Disse sem hesitação. Não sou uma pessoa que hesita. Irei expressar o meu amor para todas as garotas fofas desse mundo. - Certo. Se você não tiver mudado de ideia daqui 10 anos, a gente conversa. - Ok, professora. Mesmo tendo sido refletida vagamente, a expressão levemente feliz de Jane não passou despercebida por mim. Isso me deixou com uma sensação quentinha como se... Sim, que diabos estou fazendo? Para a beleza de Jane, se eu puder criar uma chance… Contudo, a diferença de idade é bem grande. Quem sabe o que irá acontecer no futuro? - Voltando ao assunto, essa coisa de ‘Quanto mais brilhante for, mais perigoso é’, é pura superstição. - Ah, então é tudo superstição? Pensei que fosse a cor do perigo. - Sim, a raça Supayard da área de Koa é uma raça de cabelo verde, e eles cometeram várias atrocidades durante a guerra há 400 anos. É por isso que existe esse rumor, então na verdade não há nada a ver com a cor de cabelo. - Várias atrocidades? - Sim. Por mais de 10 anos durante a guerra, os seus crimes fizeram ambos os lados temerem e odiarem-nos. Essa raça era bem perigosa, e depois da guerra, eles foram julgados e expulsos do continente Demoníaco. Expulsos após a guerra acabar? Isso é incrível. - Eles realmente são odiados… - É simplesmente assim que é. - O que foi que eles fizeram? - Bem, isso… Eu só sei mais ou menos o que ouvi na minha infância. Pelo que é dito, eles atacaram uma cidade aliada das raças demoníacas e mataram todas as mulheres e crianças, ouvi também que eles matavam todos os seus inimigos e depois matavam seus aliados. Tem também histórias de que se você não dormir à noite, um Supard vai vir te comer e coisas assim… - A raça Yard é uma das que são parecidas à raça Supayard, então eles também foram discriminados. Apesar de que seus pais irão te dizer isso cedo ou tarde… - Lembre-se disto. Jane deixou bem enfatizado. - Se você vir alguém com cabelo cor de esmeralda e uma pedra parecida com um rubi em sua testa, não se aproxime. Se você não tiver escolha além de falar com eles, você não deve irritá-los. Cabelo esmeralda, pedra de rubi na testa. Essas parecem ser as características especiais da raça Supayard. - O que acontece se você os irritar? - Eles irão m***r você e toda a sua família. - Cabelo esmeralda e pedra de rubi na testa, é isso? - Sim, a pedra em suas testas pode ver os movimentos de mana. É como se fosse um terceiro olho. - Poderia ser que só há mulheres na raça Supayard? - Eh? Não. Tem homens também… - A pedra na testa deles irá mudar para azul depois que eles fizerem algo? - Huh? Não… Eu acho? Pelo menos nunca ouvi falar disso antes. Do que diabos você está falando? Jane confusamente inclinou sua cabeça. Só perguntei para a minha própria satisfação.⁷ - No entanto, esse tipo de característica é fácil de reconhecer, não é? - Sim. Se você os vir, finja dizendo algo como ‘Eu tenho que ir fazer algo’ e evite-os. Correr de repente pode deixá-los bravos. Como fugir de delinquentes, se você correr eles irão atrás de você. Já passei por tal experiência. - Baseado no que você disse, vai ficar tudo bem se os respeitar, certo? - Creio que está tudo bem se você não os insultar abertamente. É só que, como há várias diferenças no senso comum entre a raça humana e a raça demoníaca, pode ser que você acabe os deixando bravos sem querer. Então é melhor não fazer nenhum comentário sarcástico. Hmm. Eles parecem ser provocados facilmente. Mas ao invés de dizer que nós estamos sendo feridos, é melhor dizer que nós estamos com medo. Aquele pensamento de, ‘Oh, aquele cara é assustador quando está bravo, é melhor nós o evitarmos.’ ou algo parecido. Assustador, muito assustador. Não acho que poderei reencarnar se for morto de novo. É melhor evitá-los a qualquer custo. A raça Supayard, não brinque com eles. Esculpi isso no meu coração. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -  As aulas de Jane progrediam sem problemas. Recentemente consegui usar todas as magias avançadas. E claro, usando encantamento sem voz. Comparado ao treino que tinha normalmente, é fácil como segurar meu nariz quando uso magia avançada. Embora a maioria delas sejam perigosas, então me sentia bem receoso ao usá-las. Fazer chover sobre uma grande área — O que eu poderia fazer com isso? Já tinha pensado nisso, contudo, parece que Jane fez chover quando veio para cá e recebeu elogios por isso. Ouvi isso de Letholdus em casa num certo dia. Além disso, Jane também recebia vários pedidos dos aldeões para resolver diversos problemas. - Encontrei uma grande rocha enquanto mexia no solo, me ajude, por favor! - Deixa comigo! - Que magia é essa? - Essa magia umedece o solo ao redor da rocha, e então vou transformar a terra em barro com magia de terra, fazendo uma combinação mágica. - Woaah, Isso é incrível, a rocha está afundando!! - Hmphhhh. Esse tipo de situação — provavelmente. - Como esperado da professora. Você está ajudando os outros. - Ajudando os outros? Não, estou ganhando dinheiro. - Você tá cobrando? - Mas é óbvio. Mas que mão de vaca! Apesar de eu pensar dessa forma, isso parecia normal para os aldeões. Por que ninguém mais poderia fazer isso nessa vila, eles continuavam a elogiar Jane. Dar e receber. É a minha percepção que está errada. Ajudar os outros sem uma compensação é uma obrigação. Esse era o sentimento para um japonês. A norma aqui era cobrar por isso. Esse era o normal — cobrar. Senso comum. Bom, por eu ser um nerd que nem mesmo falava sobre ajudar as pessoas mais necessitadas, minha família me tratava como uma pessoa perturbada. Hahaha. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -  Um dia qualquer, perguntei. - Professora, posso te chamar de mestra? No final da pergunta, Jane me mostrou um olhar cheio de repugnância. - Não, você me superará com facilidade. É melhor que você não me chame assim. Parece que tenho o potencial para superar a Jane. Senti-me um pouco envergonhado quando fui enaltecido daquela forma. - Você não chamaria alguém que é mais fraco que você de mestre, não é? - Provavelmente não. - Odeio isso. Alguém que é melhor do que eu me chamando de mestra — Isso não é apenas envergonhar a si mesmo? É esse o caso? - É porque a professora é mais forte que seu próprio professor que você diz isso?  - Ouça-me bem, Hakon. Mestre, essa ‘coisa’, é alguém que não pode te ensinar mais nada, contudo, ainda assim continua a esperar coisas de você —– Mestre é esse tipo de existência problemática.  - Mas a Jane não faria isso, né?  - Talvez eu faça.  - Mesmo se for o caso, ainda irei respeitá-la. Mesmo que Jane tome uma atitude de me pedir para fazer coisas, continuarei a sorrir e respeitá-la.  - Não, posso ficar com inveja do potencial do meu aluno e acabar dizendo algo r**m.  - Como?  - Um mero demônio imundo, ou algo assim, não deveria ir para aquele vilarejo, etc. Você foi ofendida assim? Que triste. Discriminação é uma coisa r**m. Mas a relação de superior-subordinado sempre foi assim.  - Tá tudo bem, isso é só uma coisinha sem importância.  - Só porque uma pessoa é um pouco mais velha não significa que está tudo bem!! A relação de Aluno-Professor sem certo grau de força irá fazer ambos os lados infelizes!! Eu fui rejeitado. Parece que a relação dela com seu professor é bem pior do que eu imaginava. Por causa disso, nunca chamei Jane de mestra. Porém, decidi sempre chamá-la dessa maneira no meu coração. Essa garota que ainda mantinha um pouco de infantilidade me ensinou várias coisas que um livro não poderia. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
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