A viagem de carro até a lanchonete fora tranquila, nós conversamos sobre várias coisas, sobre o tempo chuvoso que começava o dia, sobre os vários problemas que tem para resolver em seu trabalho, o quanto Peter lhe tira do sério durante o serviço, e um pouco sobre meu estágio para variar. O tempo todo ele dirigia com uma mão descansando em minha coxa, o que me deixava criativa com o toque saliente, por mais que eu tentasse me concentrar na conversa. — Qualquer coisa me ligue ou mande mensagem — ele disse assim que parou o carro. Destravo meu cinto, e o observo com um olhar apreensivo. — Pode me enviar o endereço da clínica e o horário marcado por mensagem, por favor? — ele pisca confuso. — Pensei que eu te levaria... — Não precisa, posso ir sozinha. — Não tem necessidade de ir sozinha

