Eu tentei conter o nervosismo, respirando fundo, mas novamente as lembranças da noite passada me inebriaram. O que eu poderia ter feito de tão errado? — Não fazer o quê? – perguntei, sentindo-me tensa instantaneamente. — Sair de fininho da cama — respondeu, encarando os meus olhos. Sorri agora me sentindo envergonhada. — Tudo bem... — ele retribui o sorriso, e se levanta vindo até mim, e me roubando um beijo sem cerimônias. Seu braço me segura firme, ele deixa nossos corpos colados até se sentir satisfeito com o carinho em nossos lábios. Até está sensação me parecia diferente, mais calorosa... — Bom dia, anjo, como se sente? — perguntou baixo, com um toque carinhoso em minha bochecha, do jeito que só ele sabia fazer ao ponto de arrepiar-me. Eu não entendia e não conseguia acompanhar

