Eu não sabia há quanto tempo estava acordada, desde que reconheci o quarto em que estava. Eu estava sentindo sua mão descansar em minha cintura, quase como quem queria me manter ali, ou ter conhecimento que estava ao seu lado. Seu corpo quase colado ao meu, em formato de concha. Me remexi um pouco, apenas para confirmar que talvez não fosse possível sair dali sem acordá-lo, mas com muito cuidado, acabei conseguindo. Agora sua mão descansava sobre o lençol de seda que antes cobria meu corpo. Sua expressão serena me hipnotizou por alguns intantes, seu perfume ainda impregnado em tudo ao meu redor e até em mim, seus lábios levemente entreabertos, o som da sua respiração tranquila. “Estou louco por você” ele declarou ontem, enquanto se deleitava sobre mim, enquanto me fazia sua. Seria poss

